quarta-feira, 17 de outubro de 2012




LICOR DE TANGERINA

Ingredientes

Cascas de 6 tangerinas (escolha frutas com as cascas bem bonitas)
2 xícaras (chá) de álcool 96°
2 xícaras (chá) de água
2 xícaras (chá) de açúcar
Modo de preparo

Ponha as cascas de tangerinas de molho no álcool para macerar durante 5 dias, usando uma vasilha de louça.
Misture a águae o açúcar numa panela.
Leve ao fogo e faça uma calda rala.
Junte a mistura de tangerina e passe tudo por um pano fino.
Em seguida, filtre usando um filtro de papel forrado com uma porção de algodão.
Guarde por 10 dias antes de utilizar.
Dica

Para obter licores límpidos e transparentes, características dos bons licores, você pode executar este processo de clarificação: após coar o licor, usando pano branco fino, despeje-o num pote de vidro esterelizado em água fervente por cerca de 5 minutos.
Junte 2 claras e 2 cascas de ovos bem lavadas.
Deixe essa mistura descansar por 24 horas.
Depois,coe novamente, usando um saco de flanela branca. Em seguida proceda à filtragem.
Coloque num filtro de papel num funil de plástico e forre-o internamente com uma porção de algodão.
Passe o licor por esse filtro, quantas vezes for necessário, até obter um bom resultado.
Rendimento: 1,5 litros



Fonte: http://www.comidaereceitas.com.br/bebidas-e-sucos/licor-de-tangerina.html#ixzz29Zkf91hc



BATIDA ESPANHOLA




Ingredientes

1 lata de abacaxi em calda
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
1 garrafa de vinho tinto seco
Gelo picado (por último)
Modo de preparo

Bata todos os ingredientes no liquidificador.
Coloque em um copo alto e sirva com um pedaço de abacaxi enfeitando o copo.
Sirva em seguida.
Rendimento: 4 porções

Fonte: http://www.comidaereceitas.com.br/bebidas-e-sucos/batida-espanhola.html#ixzz29ZikH3nn




LASANHA A BOLONHESA

Ingredientes

1 receita de molho à bolonhesa
1 cebola ralada
3 colheres (sopa) de manteiga
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
4 xícaras (chá) de leite
Sal a gosto
1 pacote (1/2kg) de lasanha
Óleo para untar
1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado
150g de mussarela fatiada
150g de presunto fatiado
Modo de preparo

Faça um molho branco: numa panela, frite a cebola na manteiga até começar a dourar.
Junte a farinha e cozinhe por 2 a 4 minutos, mexendo sempre.
Aos poucos, vá despejando o leite, mexendo sempre para não empelotar.
Cozinhe até obter um molho um pouco consistente.
Tempere e reserve.
Ferva a água em uma panela grande e junte o sal.
Coloque a lasanha, aos poucos e cozinhe até começar a amolecer.
Retire da água e estenda as tiras de massa, lado a lado, sobre um pano de prato.
Unte uma forma refratária de 22x35cm com óleo e forre com uma camada de lasanha.
Não deixe as tiras se sobrepoem.
Por cima, espalhe um pouco de molho à bolonhesa .
Polvilhe com queijo ralado parmesão.
Coloque outra camada de lasanha e cubra com um pouco de molho branco.
Por cima, coloque tiras de mussarela e presunto.
Repita as camadas até completar a forma, terminando com molho branco.
Polvilhe com queijo parmesão ralada.
Sirva em seguida.
Rendimento: 8 porções




Fonte: http://www.comidaereceitas.com.br/massas/lasanha-a-bolonhesa.html#ixzz29Zh97E6q


AMARULO


Ingredientes

1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite sem soro
1 lata de licor de cacau
1 copo (aprox. 200ml) de vodca
50g de chocolate ao leite derretido
Modo de preparo
Bata todos ingredientes no liquidificador.
Leve à geladeira.
Sirva em seguida.
Tempo de preparo: 5 minutos



Fonte: http://www.comidaereceitas.com.br/bebidas-e-sucos/amarula.html#ixzz29ZfXrXxU


FILÉ APERITIVO

Ingredientes

2 colheres (sopa) de óleo
500 g de filé mignon cortado em cubos
1/2 xícara (chá) de pimenta biquinho (60 g)
1/2 xícara (chá) de água (100 ml)
1 xícara (chá) de brócolis cortados em buquês médios (60 g)
1 sachê de Caldo SAZÓN Picanha com toque de alho
Modo de preparo

Em uma frigideira grande, coloque o óleo e leve ao fogo alto para aquecer.
Junte o filé mignon e frite por 5 minutos, ou até dourar.
Acrescente a pimenta biquinho e refogue por 3 minutos.
Adicione a água, os brócolis e o Caldo SAZÓN, e cozinhe, incorporando os resíduos da frigideira ao molho, por 5 minutos, ou até os brócolis ficarem "al dente".
Retire do fogo e sirva em seguida.
Dica: A pimenta biquinho é ideal para quem não gosta de comida picante, pois, mesmo com as sementes, ela é mais suave do que os outros tipos de pimenta.
Rendimento: 4 porções
Tempo de preparo: 15 minutos



Fonte: http://www.comidaereceitas.com.br/carnes/file-aperitivo.html#ixzz29ZdUkXcT

sexta-feira, 12 de outubro de 2012




CERVEJARIAS JÁ DESAPARECIDAS

ALPENBIERAl - A Alpenbier deixou de produzir a sua própria cerveja durante o ano de 2007, permanecendo apenas como restaurante. Em seguida, transcreve-se o texto que tínhamos sobre a cervejaria, escrito em 2006: "Pequena fabricante de São Bento do Sul, a Alpenbier é um caso de sucesso pelas bandas de Joinville. Propriedade de Uwe Stortz, a cervejaria foi inaugurada em 1998 e desde então não tem parado de crescer e ganhar quota de mercado. Apesar disso, não há grandes planos para expansão da área de distribuição da cerveja já que, como diz o dono, "o charme está em não popularizar", defendendo que é a produção artesanal que garante a qualidade geral dos produtos.

Além de disputar espaço no mercado regional com grandes fabricantes de chope, a pequena cervejaria de São Bento do Sul costuma também ousar nos métodos de produção, adicionando sabores à cerveja. Quem visitar a sede da choperia, poderá provar o chope com sabor a morango (misturado ao suco) e sabor a limão (com refrigerante de limão e uma rodela da fruta), para além da pilsen filtrada e não filtrada. A capacidade instalada, que é pouco superior a 10 mil litros por mês e a ausência de conservantes impedem que se produza um volume muito grande e para locais distantes da fábrica. É por tudo isto que, na Alpenbier, o termo microcervejaria é levado muito a sério."
Bebidas Leonardo Sell - Esta empresa centenária, com sede em Rancho Queimado - SC, começou, nos primeiros tempos, por produzir cerveja. Com o nome de Cervejaria Rio Branco, a companhia foi iniciada pelo filho de imigrantes Alfredo Sell, fabricando uma cerveja com o sugestivo nome de Tira-Prosa. Com as sobras da matéria-prima produziam ainda um refresco não alcoólico popularmente conhecido por Cerveja-Doce. A fábrica mantém, ainda hoje, uma gestão familiar mas já não produz cerveja, antes se dedicando aos refrigerantes, nomeadamente ao seu produto mais conhecido: o Guaraná Pureza (a antiga Cerveja-Doce...). De facto, a Tira-Prosa deixou de ser elaborada em 1954, depois de quase meio século de produção, fruto da forte concorrência então existente. Actualmente, a Leonardo Sell aposta nos refrigerantes, sejam eles com sabor de limão, uva ou morango.


CERVEJARIA CAVALINHO - Caetano Carmignani, natural de Luca, província de Monte Carlo, Itália, chegou ao Brasil em 1887, indo residir nas proximidades de Pirassununga - SP. Com o decorrer dos anos, resolveu criar uma fábrica de cerveja, tendo para isso adquirido um terreno, máquinas e outros equipamentos. Aí, começa a fabricar a cerveja preta Cavalinho assim como refrigerantes naturais. O patriarca da família viria a falecer em 1932, altura em que o controlo da cervejaria passou a pertencer aos filhos. A companhia, para além de cerveja, produzia também Gengi-Birra, Cotubaina e vários refrigerantes.

CERVEJARIA GRINTZLER - A história desta cerveja teve origem em Pouso Alegre, decorria o ano de 1899. A pequena indústria, propriedade de Antônio Rigotti, um imigrante italiano, tinha um funcionamento bastante peculiar: todas as manhãs, o dono ia buscar água a um chafariz que havia atrás da Catedral. Com essa água pura e límpida, Rigotti produzia a cerveja Austríaca. Em 1914 e devido à 1ª Guerra Mundial, a empresa viu-se na contigência de alterar o nome da sua cerveja para Grintzler. Infelizmente a companhia viria a encerrar as suas actividades em 1918.

CERVEJARIA KRULOWA - O primeiro iratiense que tentou produzir e comercializar cerveja caseira em larga escala foi o engenheiro agrónomo José Luís Pabis, de 41 anos. Atento à aceitação que a bebida tinha na região, Pabis decidiu fazer um teste:

tendo a sua mãe, Bronislava, de 68 anos, conseguido o terceiro lugar num concurso de cerveja caseira em 1995, pediu a ela que preparasse 200 litros e distribuiu-os por

bares da BR-277, que passa perto de Irati. “Depois de três dias, o pessoal já tinha vendido tudo e estava pedindo mais”, conta. “Então, passámos a produzi-la nos fundos da casa.” Em 1997, a família conseguiu o registo do produto no Ministério da Agricultura e lançou oficialmente a marca Krulowa. Para evitar a concorrência da produção familiar em Irati, Pabis vendia a bebida em embalagens plásticas de um e dois litros para clientes de Curitiba, Guarapuava, União da Vitória e municípios próximos. “Enquanto a cerveja caseira era novidade ela foi uma febre, mas faltou divulgação”. Em 1999, com a explosão do consumo das tubaínas – refrigerantes de tutti fruti vendidos a R$ 0,70 a garrafa –, as vendas de cerveja caíram. O sucesso ficou também comprometido, de acordo com o empresário, pelo aumento de preços, principalmente de produtos importados, como o lúpulo, depois da desvalorização do real. Por causa da crise, a empresa da família, que tinha capacidade para produzir 2.400 litros de cerveja caseira por dia e chegou a ter 12 funcionários, além dos parentes, suspendeu as suas actividades em 2000, mantendo-se a partir daí a um nível residual.

CERVEJARIA ATLÂNTICA - Fundada em 1901 por Arthur Iwersen, em Curitiba - PR, a Atlântica produzia uma cerveja clara e uma cerveja bock, que tinha um bode no rótulo e era indicada para períodos frios. A Brahma viria a adquirir as instalações desta cervejaria em 1942, criando aí a sua filial paranaense.
Cervejaria da Ponte - Em Palmeira - PR, o Sr. Germano Ristow, dono de um hotel e de várias carruagens de transporte, decide, em 1912, instalar a Cervejaria da Ponte. O nome derivava da ponte sobre o rio Monjolo que se localizava nas imediações. Na fábrica, a empresa produzia tanto cerveja preta como branca.


CERVEJARIA DE MAX MEYER/Cervejaria Brasil - Esta cervejaria estava situada no bairro do Lençol, antigamente chamado de Reichenberg. As suas origens remontam ao século XIX. Foi fundada no ano de 1884 por Joseph Endler, um imigrante austríaco, natural de Marienberg, na Boémia. Este estabelecimento manteve-se em actividade por vinte e quatro anos sob comando do seu fundador, até 1908, altura em que o mesmo viria a falecer. A sua viúva, Alvine Endler, não se interessou em continuar o negócio, de maneira que vendeu as instalações da cervejaria e a casa de negócios anexa e mudou-se para Joinville.
O comprador foi Max Meyer, natural da Saxónia, do vilarejo de Crimmitschau. O novo proprietário dá seguimento aos negócios e moderniza parcialmente a fábrica de cervejas. Em 1922 Max Meyer também morre prematuramente, com 43 anos e os negócios são continuados pela viúva e pelo seu filho Luiz Meyer. Mais tarde, adoptam o nome de Cervejaria Brasil. Por volta de 1927, a produção de cerveja é encerrada definitivamente por parte da família Meyer. Prosseguem só com a casa de comércio até 1938, ano em que vendem toda a propriedade no Lençol e se transferem definitivamente para o bairro de Oxford, onde Luiz Meyer abre outro botequim.
Cervejaria Feldmann/Kranapel - Criada por Heinrich Feldmann Sénior em 1898, a Cervejaria Feldmann, de Blumenau - SC, foi uma das precursoras da indústia cervejeira no Brasil, passando, desde cedo, a fabricar as cervejas Victória e Bock. Com a morte do fundador, o seu filho toma o controlo da empresa e muda o nome para Cervejaria Kranapel. Em 1960, a indústria limitou-se à produção de outras bebidas, deixando de lado aqueles que eram os seus principais produtos para, em 1978, encerrar de vez as suas actividades.

Cervejaria Feldmann/Kranapel - Criada por Heinrich Feldmann Sénior em 1898, a Cervejaria Feldmann, de Blumenau - SC, foi uma das precursoras da indústia cervejeira no Brasil, passando, desde cedo, a fabricar as cervejas Victória e Bock. Com a morte do fundador, o seu filho toma o controlo da empresa e muda o nome para Cervejaria Kranapel. Em 1960, a indústria limitou-se à produção de outras bebidas, deixando de lado aqueles que eram os seus principais produtos para, em 1978, encerrar de vez as suas actividades.

CERVEJARIA GUARANY - A Cervejaria Guarany, de Campo Alegre, desempenhou um papel importante na história das cervejarias da região. Fundada por volta de 1923, por Adolph Friedrich, a cervejaria inicialmente não passava de uma instalação caseira. Mais tarde, já na década de 1930, construiu-se um prédio mais adequado para uma produção comercial, prédio esse que continua a existir. Trata-se da última edificação usada pelas antigas cervejarias que ainda não foi demolida. Naquele local existia uma fonte de água muito boa que brotava duma fenda na rocha e que se mostrou excelente para fabricação de cerveja. A Cervejaria Guarany produzia inicialmente só a cerveja preta Kuhlbach ou Porter. Com o falecimento de Adolph Friedrich, ocorrido em 1947,

o negócio passou a ser conduzido por seu filho Ewaldo, que se associou a diferentes pessoas em diferentes épocas. Inicialmente, quem se associou a Ewaldo Friedrich na cervejaria foi Carlos Brandes. Este cidadão, mais tarde também prefeito da cidade, era gerente da fábrica de amido de milho Lorenz & Cia., de Timbó, empresa que montou uma filial em Campo Alegre junto à cascata do rio Turvo, onde construíram uma pequena hidroeléctrica para fornecer energia ao empreendimento. Mais tarde admitiram na sociedade da cervejaria Arnaldo Duvoisin e Ernesto Friedrich, este último irmão de Ewaldo. Nesse tempo, toda a produção de cervejas e refrigerantes era feitas por Ewaldo Friedrich e um único funcionário, o seu futuro genro Eugen Bartsch. Isso incluía lavar garrafas, produzir cerveja e refrigerantes, engarrafar, rotular as garrafas, carregar camiões e, às vezes, fazer entregas nos bares e restaurantes da região. Ernesto Friedrich, que era proprietário de um grande moinho de cereais movido a água, nas margens do rio Turvo, centro de Campo Alegre, retira-se da sociedade após um curto período, vendendo os seus interesses na firma a Atanagildo Schmidt, que actua na comercialização de erva-mate. Passado algum tempo, Carlos Brandes também se afasta e acaba por vender a sua participação na Cervejaria Guarany a Otto Zschörper, de São Bento, no início da década de 1950. Um pouco mais tarde, por volta de 1955, muda-se a razão social para Cervejaria Serrana Ltda., adoptando o nome de outra antiga cervejaria de Campo Alegre, que já tinha fechado há muito (na foto). Modernizaram um pouco a produção e passaram a produzir três tipos de cervejas: Serrana-Pilsen, Soberana Kulmbach e Malzbier, além de gasosas de gengibre e guaraná "espumante". Com o andar dos anos, as relações entre os sócios Friedrich e Zschörper passam por sobressaltos e a empresa entra gradativamente em dificuldades. No início da década de 1960, a cervejaria descontinua a sua produção própria, que nos últimos tempos era só da cerveja preta Soberana-Kulmbach, passando então a distribuir produtos Brahma. Ainda produziam gasosa e engarrafavam aguardente de cana. Com a situação financeira da empresa piorando rapidamente, Zschöerper contrata Lauro Lepeck em São Bento, que passa a ser o seu homem de confiança na firma afiliada, em Campo Alegre. Atanagildo Schmidt e Arnaldo Duvoisin vendem as suas quotas aos Zschöerper mas Ewaldo Friedrich não queria essa solução para si e recusava-se a vender. A solução que se encontrou foi introduzir um agente estranho no negócio para o qual Friedrich concordou em vender a sua parte: Alfredo Müller, morador em São Bento do Sul. Parece que foi financiado por Otto Zschörper para que pudesse concretizar a transacção.

Surge, por essa época, em Campo Alegre, uma outra personagem que se introduz na sociedade comercial alardeando que possuía recursos para sanar financeiramente a empresa. O seu nome era Saint-Claire Abel Fontoura Leite. A intervenção desse cidadão foi um desastre completo pois tomou algumas péssimas atitudes administrativas endividando a empresa ainda mais, empurrando-a definitivamente para a insolvência. A firma agora com o nome mudado para “Bebidas Campo Alegre Ltda.” estava a ponto de ser leiloada em 1968, quando Zschorper fez uma proposta a Lauro Lepeck: este assumiria as dívidas e se conseguisse levantá-las, coisa que parecia difícil, ficaria com o negócio, o prédio e a casa anexa. Este aceitou o desafio e acabou por ter sucesso. Conseguiu sanar as dívidas e continuou a distribuir os produtos da Brahma em Campo Alegre por 25 anos ainda, até 1993, quando se transformou num atacado de bebidas, que distribuía produtos de vários fabricantes como Brahma, Skol, Antárctica, Schincariol, etc. negócio que encerrou finalmente em 1998. Dessa forma, a empresa sucessora das antigas Cervejarias Guarany e Serrana, de Campo Alegre, foi a última a encerrar suas actividades na região.

CERVEJARIA LEONARDELLI - A Leonardelli era uma cervejaria localizada em Caxias do Sul - RS, que produzia as cervejas marca Pérola (nas versões Chopp, Preta, Malzbier, Malta e Extra) e Nanica (cerveja preta).

A Cervejaria Leonardelli acabaria por ser adquirida pela Indústria de Bebidas Antarctica-Polar, S.A. que, alguns anos após essa aquisição e numa óptica de redução de custos, resolveu fechar as portas da sua fábrica em Caxias do Sul. O meu obrigado ao Leonardo Saibel pelas fotos e chamada de atenção para esta cervejaria (Última actualização: 28/02/2008).

CEREVEJARIA POLKA - A Polka foi criada por Victor Ruschel, em Feliz - RS, corria o ano de 1959. A sua fama provem mais do festival que o seu fundador promoveu do que da própria produção da cervejaria. De facto, a primeira edição do Festival do Chope foi realizada a 20 de Abril de 1968, inspirada na popular Oktoberfest de Munique – Alemanha. Ruschel havia feito uma viagem ao país dos seus antepassados no ano anterior e voltou ao Brasil decidido a promover uma festa nos mesmos moldes na cidade de Feliz. Inicialmente, a Cervejaria Polka era designada por Cervejaria Ruschel, passando, a posteriori, a ser a Serramalte e, por último, parte do grupo Antarctica.

CERVEJARIA SCHOSSLAND & HOSANG/Cervejaria Nacional-Otto Hosang - O fundador da primeira cervejaria, como também da maior, de Blumenau, foi Heinrich Hosang. Natural de Brunswick (Alemanha), veio para o bairro de Garcia em 1858, abrindo logo a pequena indústria, numa época em que Blumenau não alcançava 1000 habitantes. A fábrica prosperou, visto que a maioria dos moradores era de origem alemã e grandes

apreciadores da cerveja. O fundador esteve à frente da indústria até 1888, quando faleceu com 60 anos de idade. A viúva assumiu a fábrica, auxiliada pelo filho Otto, mantendo-a próspera até 1898, quando o filho Francisco e o genro Hermann Schossland, associados, assumiram a cervejaria que passou a chamar-se Schossland & Hosang. Em 1906, Hermann deixa a sociedade e Francisco assume a responsabilidade social sozinho. Nesse mesmo ano, seu irmão Otto, que tinha regressado recentemente da Alemanha, onde fora estudar, tenta a implementação de uma subsidiária da cervejaria em Itajaí - SC e posteriormente, oficialmente associado ao irmão, transfere a Cervejaria, com o nome de Cervejaria Nacional - Otto Hosang, para Aquidaban (antigo distrito de Blumenau e actual município de Apiúna). Infelizmente, a Cervejaria Nacional deixa de funcionar em 1923, por motivo de doença de Francisco Hosang e por Otto já estar a exercer a função de agente do correio em Taió, sendo vendido todo o acervo, material e maquinaria, à firma Bock de Nova Breslau (actual Presidente Getúlio).

CERVEJARIA SERRANA - A história da Serrana iniciou-se por volta de 1915, quando João Barbieux e Cia. compraram a pequena cervejaria artesanal de João Corá e a transformaram na Cervejaria Serrana. Logo após a 1ª Guerra Mundial, João Barbieux enviou o seu filho, Walter, à Alemanha, para realizar o curso de “Químico Cervejeiro”. Em 1925, Walter regressou a Passo Fundo, assumiu a cervejaria e reformulou-a por completo. Com isso, a produção passou a ser em larga escala e a cervejaria tornou-se responsável pelo abastecimento da região da Serra até Santa Maria.

Segundo a viúva do proprietário da antiga Cervejaria Serrana, Leofrida Barbieux, após a chegada de uma enorme caldeira que servia para gerar energia para a fábrica, as casas de todos os empregados que moravam nos arredores também foram iluminadas. Vários funcionários moravam próximos da cervejaria, o que acabou por formar uma comunidade mantida através dela, afirma. A chaminé da fábrica, referência preservada até hoje, emitia o apito que despertava a cidade a cada novo amanhecer e ao final de mais um dia cumprido. E assim foi até 1975, quando a Cervejaria Serrana foi vendida para a Brahma. Muitos factos vieram modificar a estrutura da cidade, nomeadamente com a chegada da indústria, afirma Udo Goecks, que trabalhou na Brahma de 1975 até ao seu encerramento, em 21 de Abril de 1997.
Cervejaria Sul-Riograndense - Fundada pelo Capitão Leopoldo Haerthel na zona do porto em Pelotas - RS, a Cervejaria Rio-Grandense produzia, durante a década de 20 do século passado, as cervejas Peru, Moreninha, São Luís, Preta e Commercial, chegando a ultrapassar a marca das 16 mil garrafas diárias. O crescimento da empresa aguçou o apetite a grandes indústrias cervejeiras, como foi o caso da Brahma, que a comprou em 1944.
CERVEJARIA ZSCHOERPER - A família Zschöerper tem um envolvimento bastante antigo com as cervejarias históricas de São Bento do Sul. O pioneiro foi Paul Zschöerper, imigrante que chega ao Brasil no ano de 1883, natural de Wigensdorf, no condado de Chemnitz, na Saxónia, Prússia. A cervejaria Zschöerper foi fundada em 1898 por Paul Zschöerper, que já tinha participado, como sócio, de Bruno Ryssel, numa outra iniciativa no ramo, entre 1886 e 1888. Antes ainda, por volta de 1885, tinha sido funcionário na cervejaria do Capitão Adolph von Altrock, que ostentava o bonito nome de ‘zum Waldschlößchen’ (ao castelinho da floresta). O Capitão von Altrock era tido como o melhor cervejeiro dos tempos antigos de São Bento. Em 1898 Paul Zschöerper estabelece sua própria cervejaria no centro da vila, actual Avenida Nereu Ramos, próximo do Edifício Bavária. Um dos filhos de Paul Zschörper, de nome Otto, passa a participar no negócio nos anos seguintes e assume definitivamente a gerência da firma por ocasião da morte do patriarca, que ocorreu em 1909. Na década de 20 adoptam o nome de Cervejaria Cruzeiro do Sul. Em 1936, ante a concorrência cada vez maior das cervejas de fora da cidade, vindas de grandes centros como Curitiba, Joinville,

mesmo São Paulo e Rio de Janeiro, a firma Zschöerper promoveu uma reformulação geral da sua produção. O lançamento das novas marcas de cerveja “Cometa, “Porter” (nova fórmula) e “Especial” ocorreu com bastante alarde numa grande festa de casamento de Otto Rössler com Amanda Telma. Ali, foram servidas as primeiras rodadas do que diziam “ein Sonderbier vom Zschörper” (uma cerveja especial da Zschöerper). Mais tarde, na década seguinte, seriam lançadas as marcas “Princesa” e “Estrela” que ainda hoje estão na memória de algumas pessoas. A fabricação de cervejas por parte da família Zschöerper continuou até a década de 1950, quando passaram a dedicar-se à distribuição dos produtos da Cia. Cervejaria Brahma, descontinuando a produção própria de bebidas. Não existe um registo histórico definitivo estabelecendo exactamente o ano em que pararam com a fabricação de cervejas. Seria a última cervejaria dos tempos antigos a encerrar as suas actividade em São Bento do Sul. Como distribuidora Brahma, a firma Zschoerper funcionou até 1982.


Chopp Emmery - As Emmery eram fabricadas em Jacarepaguá, numa cervejaria de nome KATIPANO Indústria e Comércio de Bebidas Ltda., onde funcionava também a empresa de consultoria Brewtech Serviços Ltda. As cervejas foram desenvolvida pelos sócios das extintas empresas Brewtech e da KATIPANO: André Nothaft e Kátia Jorge (Última actualização: 18/02/2008).



Fábrica de Cerveja de Lucindo Manoel de Brum - Funcionou durante a década de 1820 na Rua Gomes Jardim, 135, em Piratini-RS. O prédio da fábrica, tombado pela Lei Municipal n° 10/1955 e 767/1984, hoje pertence a Roque Amaral. A construção é de origem açoriana e pertencia aos Brum da Ilha da Terceira, do proprietário Lucindo Manoel de Brum. Além do valor histórico, actualmente abriga um conjunto de lojas.
Obs: Algumas das imagens contidas nesta História do Brasil, pertencem aos excelentes sites Latinhas do Bob, Ricardo Antunes da Costa e Quintella's Beer Collection, os quais aconselhamos vivamente que visitem!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

HISTÓRIA DA CERVEJA - BRASIL - 5ª PARTE




Nesta 5ª Parte da História da Cerveja no Brasil, iremos falar daquelas pequenas companhias produtoras de cerveja de grande qualidade, em geral conhecidas por microcervejarias. Muitas das empresas aqui listadas produzem cerveja e chopp de grande qualidade, apesar da sua divulgação ser apenas local ou regional. É um texto que, por isso, vai estar em constante evolução, motivo pelo qual contamos com a ajuda de todos os visitantes do Cervejas Do Mundo para nos ajudarem a mantê-lo actualizado. Por razões óbvias a ordenação vai ser feita pelas iniciais de cada tópico, em vez da ordem cronológica que temos adoptado até aqui.
BRUDER BIER - Fundada em 2005, na cidade de Lauro de Freitas - Bahia, a Brüder Bier surgiu da iniciativa de dois irmãos austríacos radicados no Brasil, mestres-cervejeiros com formação na renomada Universidade Técnica de Munique, Weihenstephan – Alemanha. Após acumularem mais de 30 anos de experiência ao trabalharem para as maiores companhias cervejeiras do Brasil e não só, acabaram por conseguir realizar o sonho, em parceria com a Egisa, de montar uma fábrica própria. O chopp Brüder Bier segue os mesmos padrões de qualidade estabelecidos pela Lei de Pureza de 1516, contendo na sua formulação apenas lúpulo, malte, fermento e água. Por não possuir nenhum aditivo químico ou cereal não maltado, a Brüder Bier é comercializada apenas na forma de chopp, em barris de 30 e 50 litros. (Nota: desde meados de 2006 que o site da Bruder Bier tem estado em baixo. Para além do mais, a informação na internet é escassa e tem vindo a diminuir ao longo deste último ano. Será que a Bruder Bier ainda existe? Se tiver alguma informação que ajude a esclarecer esta situação, contacte-nos).

CERVEJA BACKER - Tudo começou com o sucesso do chopp Backer, lançado na inauguração da churrascaria Porcão de Belo Horizonte. A grande aceitação que a receita do chopp artesanal teve, levou à produção da cerveja Backer, a primeira cerveja artesanal do estado de Minas, originária da Serra do Curral. Aposta dos irmãos Halim e Munir Khalil, a companhia chegaria ao mercado mineiro em Outubro de 2005.
Para além do chopp Backer claro e escuro, a companhia produz também a cerveja Trigo (de alta fermentação e paladar suave, apresenta notas de cravo e aromas frutados), a cerveja Pilsen, a cerveja Brown (coloração escura proveniente da torrefacção dos maltes; baixa fermentação) e a cerveja Pale Ale (alta fermentação, ruiva, encorpada e de amargo pronunciado).

CERVEJA BONANZA - Produzida pela Montecarlo Indústria de Bebidas, Ltda, de Flores da Cunha - RS, a Bonanza é um produto recente de uma empresa que baseia o seu negócio essencialmente em refrigerantes, sejam eles sumos ou colas. A Bonanza é uma cerveja tipo Pilsen e que segue o conceito da firma: "Viva Bonanza - O sabor da vida!".

CERVEJA BUENA - A marca de refrigerantes Pakera, fabricante do guaraná Tobi e do refrigerante Grapete, colocou no mercado do estado do Rio de Janeiro, em meados de 2004, a cerveja Buena. "Fica na Buena" é o conceito que a MG (empresa publicitária) desenvolveu para lançar o produto, um dos mais novos concorrentes na "guerra" das cervejas. Marcelo Gorodicht, o mentor do projecto, planeia alargar a distribuição da marca a todo o país, dependendo da aceitação que esta tiver no Rio de Janeiro.


CERVEJARIA ARTESANLA - Localizada na região de Capim Branco - MG, a cerca de 56 Km de Belo Horizonte, esta microcervejaria, que se parece com uma casa de chope tipicamente alemã, produz o Chopp Cristal Artesanal (chopp pilsen, delicado, suave e de baixo teor alcoólico - entre 3,5 e 4,5% ABV), o Chopp Premium Artesanal (também chopp pilsen mas produzido com matérias-primas seleccionadas), para além dos barris de chopp (10, 15 e 30 litros), tudo supervisionado pelo mestre-cervejeiro Evandro J. Zanini, pessoa com vários anos de experiência quer em cervejarias quer em microcervejarias. Com uma produção inicial próxima dos 12 mil litros mensais e que poderá ser aumentada até um máximo de 340 mil litros/mês, a Artesanal já está presente no restaurante Engenho, próximo da fábrica e ainda em São Geraldo e Sto. Antônio (Última actualização: 11/09/2007).


CERVEJARIA BARLEY - A produção da cerveja Barley começou como um hobby no já distante ano de 1992. Feita artesanalmente, esta cerveja continuou a ser produzida esporadicamente, para consumo próprio, até 2002, ano em que foi fundada a Micro Cervejaria Barley Ltda.
A partir dessa data, iniciou-se a comercialização desta marca sendo que, actualmente, a companhia produz o Chopp não filtrado (natural), o Chopp filtrado e o Chopp Bock (apenas no Inverno). A Barley pode ser vendida em barris de 5, 10, 15, 20 30 e 50 litros, para além das garrafas long neck. Adoptando o slogan "Quem prova... não esquece" a Barley centra a sua distribuição no estado brasileiro do Rio Grande do Sul. Tal é natural, visto que é elaborada no município de Capela de Santana - RS. São já várias as localidades onde se pode degustar a Barley e onde existem revendedores, nomeadamente Porto Alegre, Caxias do Sul, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Capão da Canoa, Rio Pardo, Venâncio Aires, entre outras.

CERVEJARIA BIERLIM - A Bierlim fica localizada em Limeira - SP. Para além de organizar eventos e churrascadas, a Bierlim também se destaca por produzir o seu próprio chopp, nas variedades Claro, Escuro, In Natura e de frutas (abacaxi e pêssego). O lema da companhia é: Bierlim, o Chopp Absoluto (Última actualização: 26/10/2007).

CERVEJARIA BRUGE - A Cervejaria Bruge está localizada em Águas de Lindóia,
interior de São Paulo, local conhecido pelo seu microclima e pela qualidade da água. Produz as cervejas Bruge Ale e a Bruge Stout, ambas em garrafas de 500ml. A Ale é uma cerveja de alta fermentação, não filtrada, leve e com uma graduação alcoólica da 4%. Por seu turno a Stout foge um pouco ao típico deste estilo, já que a percentagem de álcool não ultrapassa os 3,2%. O fabricante/fornecedor desta bebida é a empresa Coelho e Arantes Ltda. e pode ser adquirida nas lojas online da Costibebidas ou da Imigrantesbebidas.

CERVEJARIA DO GORDO - No final de 2007 é lançada a Cerveja do Gordo, marca associada à casa de shows Cervejaria do Gordo, localizada junto à Rodovia Presidente Dutra, Km. 57, Lorena - São Paulo. Aberta já há alguns anos, a casa decidiu passar a produzir o seu próprio chopp, instalando uma pequena fábrica dentro da cervejaria (até aí comercializavam outras marcas). A Cerveja do Gordo é um produto puro, sem aditivos, cuja produção é supervisionada pelo mestre-cervejeiro Celso Ehtnig, cervejeiro experiente e com formação alemã. “A Cerveja mais gostosa e divertida do planeta” é um chopp tipo pilsen que, inicialmente, será apenas comercializado dentro da própria Cervejaria do Gordo (Última actualização: 18/11/2008).

CERVEJARIA FAROL - Inaugurada em 2003, na cidade de Canela - RS, a Farol é fruto do investimento de um alemão, de Estugarda, que trouxe para o Brasil uma receita ancestral e que respeita a Lei da Pureza Bávara. É possível visitar os tanques onde se fabrica a cerveja, bem como subir a uma torre de 39 metros donde se pode obter uma excelente vista panorâmica de toda a região.


CERVEJARIA RIOPRETANA - Inaugurada durante 2005, a Riopretana é uma aposta dos sócios Sérgio Francisco, Elisa Mariano e Volmir Gava. Com sede em S.
José do Rio Preto - SP, a companhia produz três tipos de cerveja: a pilsen, cerveja clara, de fórmula alemã e com baixo teor alcoólico; a amber, avermelhada e de origem belga; a porter, cerveja escura, de origem inglesa e com um teor alcoólico mais elevado. Todos os produtos têm a supervisão do cervejeiro Reynaldo Fogagnolli Jr.

CERVEJARIA WHITWHEADW - A Whitehead nasceu em Porto Alegre mas está hoje localizada em Eldorado do Sul - RS. Iniciada como hobby pelos amigos Alexandre Carminati, João Carlos Kerber e José Otávio Kerber, a produção de cerveja artesanal só se tornou em algo mais sério a partir de Maio de 2007, altura em que, de uma forma ainda reduzida, se iniciou a produção comercial das cervejas Whitehead. O nome escolhido lembra a "head" de uma cerveja (espuma) assim como remete para a imagem daqueles tradicionais cervejeiros que já possuem os cabelos grisalhos. Os três proprietários são responsáveis por todo o processo de fabricação e distribuição da cerveja, com uma produção actualmente limitada de 3 mil litros por mês. São fabricados quatro tipos de cerveja: Pale Ale (clara), Porter (com aroma de chocolate, café e malte torrado, amarga e com notas cítricas no gosto), Irish Ale (avermelhada) e Witbier (clara enaturalmente turva, com trigo na fórmula), em estilos inglês e belga, caracterizadas por serem fortes, encorpadas e aromáticas, tendo um foco diferente das grandes empresas do sector. De facto, a comercialização do produto tem sido feita basicamente para grupos das relações pessoais dos empreendedores e também para eventos realizados em clubes.file:///C:/Users/Gar%C3%A7on%20Fran%C3%A7a/Pictures/BOLOS/Cervejaria%20Riopretana.jpg

CHOPP GERMANA - A Germana, fabricante mineira de cachaça com 25 anos de tradição, lançou o seu Chopp Germana no dia 27 de Maio de 2009, no Alambique Cachaçaria. A empresa investiu, inicialmente, 700 mil reais no desenvolvimento e fabricação do produto. O Chopp Germana é leve, claro artesanal e não pasteurizado, seguindo a preferência dos brasileiros, consumidores de chopes mais leves, sobretudo do tipo pilsen. Ele também terá versão escura, por meio da novidade do pingo beer, uma espécie de caramelo que se pinga na bebida tornando-a mais escura e adocicada. A bebida está disponível para comercialização em restaurantes, bares, choperias, festas e consumidor final por meio de serviço delivery. A estratégia de distribuição do produto está em expansão e levará a marca para os principais centros do país com reduzido custo operacional, e qualidade de produto e prestação de serviço. A Cachaça Germana e o Chopp Germana fazem parte da União Agropecuária Importação e Exportação de Bebidas Ltda (Uniagro). A produção do chopp está sendo realizada inicialmente no interior de São Paulo. Em breve, o processamento também será realizado na Fazenda Vista Alegre, município de Nova União (MG), mesmo local onde é produzida a Cachaça Germana.
DONAU BIER - A Donau Bier é uma microcervejaria de Colônia Cachoeira - PR, que iniciou a sua produção em 2004. Fabrica chopp artesanal, 100% natural, contendo apenas água, lúpulo, malte e fermento cervejeiro, com uma percentagem alcoólica de 4,5%. Fundada por descendentes de imigrantes jugoslavos, nomeadamente por Johann Reinerth e pelo seu filho Harry Reinerth, a companhia pretende produzir o melhor chopp da região, motivo pelo qual só utiliza os melhores ingredientes: lúpulo da Alemanha, fermento da Croácia e malte da Cooperativa Agrária da região.
Front Bier - Inaugurada em 2003, a Front Bier é a primeira microcervejaria da fronteira gaúcha. Aposta dos irmãos Pedro Henrique, Rodrigo e Fábio Escosteguy, a cervejaria resulta de um investimento inicial de 700 mil reais e conta com maquinaria bem moderna, capaz de produzir 20 mil litros de chopp por mês. Fica localizada em Sant'Ana do Livramento - RS.

GRUPO IMPERIAL - Iniciando-se no mercado das cervejas através da Mulata, o Grupo Imperial, de Trindade - GO, habitual fabricante de refrigerantes, continuou, durante o ano de 2006, a alargar a sua oferta através do lançamento da Imperial, uma cerveja pilsen dourada, que será distribuída em Goiás, Tocantins, Maranhão, Amapá, Pará, Piauí e Distrito Federal. A expectativa, segundo o director de marketing do grupo, Fernando Pinheiro, é fazer com que o produto chegue a todo território
nacional. O investimento na nova cerveja foi de R$ 400 mil. Já a Mulata tinha resultado de um forte impulso financeiro, cifrado em R$ 10 milhões em equipamentos e instalação da infra-estrutura, mais R$ 1 milhão em marketing. A Mulata é uma cerveja tipo Pilsen, elaborada com uma combinação exclusiva de maltes pilsen e lúpulos importados da Europa, que resultam numa cerveja leve, saborosa e refrescante, com uma espuma cremosa e a sua cor mulata característica.

KONIGS BIERK - A Probier Cervejaria produz chope com a marca Konigs Bier em Jaguará do Sul-SC e tem como lema "Das Bier von Hier" (A Cerveja Daqui). A produção da Königs Bier é 100% artesanal e respeita a Lei de Pureza da Cerveja

(Reinheitsgebot). Baptizada de Königs Bier (Cerveja do Rei), a marca é uma homenagem às sociedades de tiro da região de Jaraguá do Sul, em especial aos Reis - que preservam as competições, desfiles e bailes trazidas pelos colonizadores alemães à cidade. A fórmula de composição do chope apresenta apenas água, malte de cevada, lúpulo e fermento e dispensa o uso de componentes químicos e conservantes. A capacidade da empresa é actualmente de 10.000lts/mês, produzindo apenas o chope tipo Pilsen. Para saberem mais sobre a companhia, podem visitar o site da Konigs Bier ou fazer o download (em formato pdf) de um excelente artigo que saiu na Noticenter. (Última actualização: 28/07/2008).

ORIGINAL BIE - A microcervejaria Original Bier, produzida em Pelotas - RS, foi fundada por Valter Poetsch, em 2000. A Original Bier é uma cerveja com uma fórmula inovadora, sendo elaborada de acordo com a Lei de Pureza (Reinheistgebot) do estado da Baviera, Alemanha, de 1516. Com produção de 14000 litros por mês, a empresa encontra-se instalada no prédio da antiga Fábrica de Fiação e Tecidos da cidade.
Strauss Bier - A Strauss Bier afirma-se como a primeira microcervejaria do Sul do Estado de Santa Catarina, localizada em Criciúma – SC e fruto do empreendedorismo dos sócios António Carlos da Silva, António Mazzurana e Adriano José da Silva, coadjuvados pelo mestre-cervejeiro Miguel Ramos. Foi fundada em Novembro de 2006, iniciando a sua produção em Maio de 2007, com capacidade para 20.000 litros/mês. Actualmente, a empresa atende todo o sul de Santa Catarina e o Norte do Rio Grande do Sul e possui uma capacidada já a rondar os 100 mil litros por mês. A Strauss Bier disponibiliza o Chopp em barris de 20, 30 e 50 litros Chopeira e gás no sistema leva e traz do Disk Chopp Strauss Bier. A produção centra-se em 4 tipos de chopp: Pilsen, Pilsen Premiun, Red Alle e Escuro. O chopp da companhia pode ser degustado em locais como o Estádio Heriberto Hulse do E.C. Criciúma, a ChoPPana Happy Hour, o Máximos Café, a Trattoria Nona Maria, entre outros. (Última actualização: 13/04/2009).


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