quarta-feira, 12 de dezembro de 2012





Mas por que em outubro?

A Oktoberfest, que chega hoje a São Paulo, já virou uma festa brasileira. Ela nasceu na Alemanha e veio para o país em 1978, quando a primeira edição do evento aconteceu na cidade de Itapiranga, no interior de Santa Catarina. Seis anos depois, Blumenau (SC) e Santa Cruz do Sul (RS) receberiam as suas edições, ambas seguindo a risca as tradições da original: cerveja, comida e diversão.

Agora, você sabe por que a festa acontece tradicionalmente no mês de outubro? De acordo com uma matéria publicada pelo Terra, foi nesse mês que, no ano de 1810, em Munique, aconteceu uma corrida de cavalos para comemorar o casamento do príncipe Ludwig I com a princesa Therese, da Saxônia. Como o evento fez sucesso, passou a ser repetido durante os anos seguintes, sempre em outubro. Hoje, foram-se os cavalos, mas a cerveja ficou.


Consulado do Brasil no Japão ensina torcedor corinthiano a pedir cerveja



Consulado do Brasil no Japão ensina torcedor corinthiano a pedir cerveja

Aprender a falar japonês em pouco mais de cinco meses é quase impossível. Sabendo disso, o Consulado Geral do Brasil em Tóquio lançou um guia para ajudar os torcedores corinthianos que chegarão ao Japão para assistir ao Mundial de Clubes.

Entre as lições, o material, que pode ser baixado aqui, ensina o brasileiro a pedir uma cerveja na Terra do Sol Nascente. É só dizer “bíru” – e torcer para que a pronúncia esteja correta, já que o termo “biru”, sem o acento, significa “edifício” em japonês.

O manual também mostra como é a cultura geral do país, para que o torcedor de fora entenda melhor alguns dos costumes dos japoneses.
Os torcedores do Corinthians que forem ao Japão para o Mundial de Clubes precisarão se adaptar à cultura local para não ter problemas. O consulado-geral do Brasil em Tóquio disponibilizou em seu site um guia contendo diversas informações – várias delas bem curiosas – de como se comportar no Oriente durante a competição.
A primeira orientação é bastante clara: Não existe o “jeitinho brasileiro” no Japão. O texto diz que “o japonês é avesso a mal-entendidos, não tem atitudes violentas e não lança mão de artifícios para resolver problemas”. É proibido fumar nas ruas. Quem descumprir a lei pode ser multado.
Como poucos japoneses falam inglês, o consulado fez também uma lista de palavras e expressões que podem ser usadas no dia a dia.
Para pedir uma cerveja, basta dizer "bíru". Cuidado na maneira de pronunciar ou então você pode pedir um edifício (biru, em japonês). Se o desejo for por comprar algo, basta dizer "Ikúra desuká?" (quanto custa?). Se a situação apertar, recorra ao "Tsuyáku hoshíi" (quero um tradutor).
Outro ponto de destaque é sobre a pontualidade e a maneira de se comportar no transporte público. A Fiel, aliás, pode ter dificuldade para conter a euforia antes ou depois das partidas. O guia pede para que seja evitado falar alto, batucar ou tocar qualquer instrumento dentro do metrô sob o risco de ser retirado.
Como os trens trafegam lotados, os homens devem viajar segurando as argolas para evitar algum mal-entendido. É recomendado não falar ao celular. Há dicas até para a escada rolante: as pessoas devem se posicionar do lado esquerdo dela. A direita fica livre para a passagem de quem está com pressa. Se for ao banheiro, não procure o cesto de lixo. O papel deve ser jogado no vaso.

Manual que será distribuído aos torcedores no Japão (reprodução)
Os torcedores que viajarem ao Japão sem um roteiro determinado também poderão ter problemas. As reservas precisam ser feitas com 24h de antecedência.
Para quem não tem muito dinheiro a gastar, há internet-cafés que alugam cadeiras reclináveis para passar a noite. Dormir na rua é proibido e pode render um outro "abrigo", a cadeia, por até dez dias.
Para quem está acostumado ao clima do Pacaembu, os estádios japoneses podem parecer bucólicos. O consulado fez uma lista de atitudes proibidas nesses locais, como sentar fora ou pular sobre as cadeiras, pendurar-se ou pular alambrados e sentar em muretas. As faixas das torcidas só serão permitidas atrás dos gols. Mesmo assim, elas não poderão ser colocadas nas cadeiras.
Algumas instruções são vetadas lá e no mundo todo, como brigar ou incentivar brigas e invadir o campo. O mesmo acontece com o que pode ou não entrar no estádio com o torcedor. Até rolos de papel e apitos serão barrados, assim como armas, drogas, objetos cortantes, fogos de artifício, bandeiras ofensivas e escadas.
As dicas não são apenas para evitar confusões no país. Há orientações também para quem pretende fazer compras, sobretudo de eletrônicos, ou conhecer lugares históricos. A cartilha apresenta também uma relação de churrascarias brasileiras disponíveis em algumas cidades por onde o Corinthians passará.
Você pode baixar o guia clicando aqui.

http://globoesporte.globo.com

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Lúpulo pode prevenir gripe



Lúpulo pode prevenir gripe

Cientistas da Universidade Médica de Sapporo, no Japão, apresentaram um estudo que mostra a eficácia do lúpulo na prevenção de doenças respiratórias como a gripe, a pneumonia e a bronquite. De acordo com o levantamento, um dos compostos do lúpulo, a humulona, funciona como um excelente agente na contenção do vírus respiratório sincicial (VRS), que ainda não possui vacina para ser contido. A quantidade do composto na cerveja é baixa e, por isso, não justifica que o consumo da bebida seja feito de maneira exagerada.

No entanto, de acordo com Jun Fuchimoto, um dos pesquisadores do trabalho, a presença da humulona na cerveja motivou os estudos, que agora passam por uma segunda etapa. “Estamos estudando agora se é possível aplicar humulona na comida ou em produtos não alcoólicos”, afirmou.

Fonte: AFP

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Conheça as funções do lúpulo na cerveja





Conheça as funções do lúpulo na cerveja


Sem a presença do lúpulo (Humulus lupulus), não seria errado dizer que todas as cervejas teriam o mesmo gosto. Isso porque ele é o protagonista quando a questão é o sabor da bebida. De acordo com o livro “Vamos falar de cerveja – Um guia completo” (2012, Editora Marco Zero), de Melissa Cole, o lúpulo funciona como o sal e os temperos na comida e por isso precisa ser escolhido e colocado de maneira certa pra trazer realce à cerveja.

E são diversos tipos que ficam à disposição do mestre cervejeiro escolher. Os lúpulos podem ter aromas gramíneos, florais, frutados e terrosos, dependendo da forma como ele é usado (sozinho ou combinado com outros lúpulos). A autora Melissa Cole explica que essa fonte de sabor vem de uma glândula resinosa chamada lupulina. É ela a responsável por trazer os ácidos alfa e beta, que proporcionam amargor à cerveja e ajudam a preservar o líquido, por possuírem propriedades antibacterianas.

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Como preparar o copo para receber a cerveja



Como preparar o copo para receber a cerveja

As impurezas comprometem tanto a produção de uma cerveja quanto a sua degustação. Por isso, lavar o copo da maneira certa é fundamental para conseguir distinguir todos os aromas e tons que cada um dos estilos da cerveja possui. Confira abaixo as maneiras certas de preparar os copos antes de enchê-los com o ouro líquido:

- Primeiro, escolha um copo transparente. Isso permite que você observe o líquido servido, etapa importante da degustação que serve, por exemplo, para saber se a cerveja foi filtrada ou não.

- Certifique-se de que o copo escolhido esteja limpo. Qualquer impureza, como gorduras ou restos de detergente, danificam o sabor da cerveja. Você provavelmente já foi a algum bar e, ao servir a bebida no copo, percebeu que a espuma sumiu com rapidez. Isso pode ser um indício de sujeira.

- Para lavar o copo, use um detergente neutro ou, no melhor dos casos, opte pela limpeza com o bicarbonato de sódio, que ajuda a reduzir as gorduras. O ideal é esperar o copo ficar totalmente seco antes da degustação da cerveja. Portanto, se você quiser provar o líquido à noite, faça o processo de higienização durante a manhã. Vale lembrar que não é muito aconselhável deixar os copos sujos por muito tempo.

- Depois de limpo, deixe o copo secar naturalmente. Não use papeis ou panos, que podem deixar fiapos no recipiente.



Descubra a cerveja ideal para o seu paladar

Muitos falam que a cerveja não combina tanto com comida quanto o vinho. Para a especialista Melissa Cole, isso não é verdade: a cerveja combina mais com as comidas do que o vinho. Ainda assim, migrar para a bebida é um pouco difícil para aqueles que já degustam o vinho há anos. Para ajudá-lo, separamos um guia que orienta os melhores tipos de cerveja que guardam relação de sabor com alguns tipos de vinho:



Vinho branco seco: se este é o seu vinho preferido, as cervejas do tipo lager ou pale ale também podem lhe agradar.

Vinho branco doce: esse tipo de vinho tem muito a ver com as cervejas de mel suaves ou as ale com toques florais.

Rosé seco: quem gosta dos aromas do Rosé não pode deixar de provar as cervejas frutadas.

Vinho tinto levemente encorpado: o amargor das cervejas do tipo bitter estilo americano são ideais para quem gosta desse vinho.

Vinho tinto meio encorpado: as cervejas amargas extra-fortes são as mais indicadas para vinhos que têm mais corpo.

Vinho tinto encorpado: para quem gosta dos vinhos mais encorpados, as cervejas Porter podem trazer boas e saborosas surpresas.

Champanhe: há opções de cervejas feitas com leveduras de champanhe que são tão refrescantes quanto à bebida espumante.

Prosecco: os paladares refinados que não abrem mão do prosecco podem gostar das cervejas de trigo cristal.



Fonte: “Vamos falar de cerveja – Um guia completo”, de Melissa Cole (2012, Editora Marco Zero)






Lições práticas ensinam a degustar cerveja


A análise de uma cerveja começa bem antes de a bebida chegar ao paladar. A primeira etapa, aliás, envolve outro sentido humano: a visão. Coloque a cerveja na taça certa e espere o líquido se espalhar. Depois, posicione o recipiente contra a luz e observe se os raios ultrapassam a bebida, para ver se ela está translúcida. Veja se o líquido é brilhante. Se sim, isso significa que ele foi filtrado. Veja também o colarinho formado pela cerveja. Ele tem que estar em boa condição, ter textura agradável e possuir bastante aroma de lúpulo, o que já engloba o sentido a ser usado na próxima etapa da análise: o olfato.

Apoie o copo ou taça em uma mesa e comece a girá-lo para fazer a cerveja “dançar” e liberar aromas. Na sequência, aproxime o copo do nariz e o inale rapidamente, antes que os aromas sumam. É nessa etapa que você conseguirá notar os tons do lúpulo e as notas da cerveja – e também irá se preparar para o primeiro gole.

Saboreie esse primeiro contato com a bebida. Tente avaliar a textura e os gostos que sua língua consegue identificar se ela é, por exemplo, encorpada ou diluída, limpa, fresca e sedosa. É interessante fazer essa etapa junto com outra pessoa para que vocês possam comparar as sensações que a cerveja causou na boca. Isso porque cada paladar é único e consegue perceber e gostar (ou não) de alguns tipos de cerveja.

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