segunda-feira, 10 de março de 2014




Como dizer não aos colegas de trabalho



Dizer não, não tem de ser um desrespeito, é possível dizer não e ainda assim ser respeitador. Quer seja no trabalho, ou até na sua vida social ou pessoal, a palavra não pode significar apenas respeito. Saiba como dizer não no seu local de trabalho.

Pense antes de dizer algo

Não tem de responder logo à proposta ou pedido. Por vezes pode parecer que a resposta tem de ser dada no momento, mas a verdade é que se for bem pensada será uma resposta mais adequada e mais realista. Diga algo como “Honestamente estou cheio de trabalho, e vou ter de pensar nisso e dar a resposta mais tarde”. E claro que mais tarde deve dizer a sua resposta. Desta forma pode pensar nas suas opções, considerar o que deve considerar e dar uma resposta honesta.

Responda sempre de forma positiva

Quando lhe oferecem algo e não quer receber ou pedirem para fazer algo, não deve dizer simplesmente que não, mas sim agradecer a oportunidade ou a oferta e mesmo assim dizer que não. Ex:”Obrigada por ter pensado em mim, mas desta vez não o vou poder ajudar porque estou cheio de trabalho”.


Sempre que for possível justifique

Para dar um tom positivo e não ser considerado arrogante justifique o porquê de dizer não. O motivo que apresentar deve ser verdadeiro e não uma invenção porque as mentiras tem sempre pernas curtas.


Seja honesto

Para que não volte a acontecer um pedido desadequado seja claro, exponha os seus motivos e deixe a conversa por aí. “Agradeço muito mas a minha situação profissional não me permite aceitar a sua oferta”.

Oiça a pessoa

Por vezes os colegas tendem a ficar chateados ou até indignados pelo facto de receberem um não, mas outras vezes também irão compreender. Para que a situação seja o mais respeitosa possível, é importante que oiça o seu colega, os seus motivos e a sua reação, com respeito e consideração pelos sentimentos dele. Só desta forma conseguirá criar condições de trabalho de respeito e de camaradagem no local de trabalho.

Saiba como se comportar no Facebook.





Já pensou que o mundo é pequeno e que por acaso o seu patrão pode encontrar o seu perfil do Facebook? As boas maneiras passam por tudo, incluindo pela internet e pelas redes sociais. Como hoje em dia todos temos conta no Facebook, convém ter a noção que mesmo uma presença virtual, implica uma educação real.
Coloque posts com moderação

Lembre-se: o mural de um perfil no Facebook é público, mesmo que seja apenas para algumas centenas de amigos, por isso não faça nada que não fizesse à vista de outros. Não use o mural do Facebook para fazer conversas infindáveis - irá parecer que não percebe muito do Facebook. Use os posts nos murais para dizer olá, e para por exemplo, desejar feliz aniversário. Evite também colocar qualquer tipo de informação demasiado pessoal acerca da pessoa onde o está a fazer.
Evite enviar pedidos de aplicações

O Facebook é uma ótima forma de convidar amigos, e de virtualmente conseguir ter milhares deles. Mas se quer continuar a ter amigos desta forma, pare de enviar convites para aplicações, como por exemplo: convites para se juntar a si no FarmVille ou nos Mob Wars. Isto é spam, e amigos não fazem spam.
Use linguagem agradável

Se está a postar no mural de outra pessoa, evite que o assunto seja demasiado controverso, evite os erros ortográficos, use o bom senso para não construir com uma má imagem de si.
Tenha apenas o mínimo de fotografias

Fotografias tiradas por si, a si, são um Não grande. Este tipo de fotografias é uma chamada de atenção demasiado óbvia. Relativamente a fotografias de outras pessoas, não as coloque sem a autorização dessas pessoas.
Não tenha discussões de namorados

Nada pior do que ter discussões menos próprias em frente a todos. Na hora pode parecer que ninguém mais está a ver, e que o mundo pertence a apenas duas pessoas, mas a verdade é que estão a assistir milhares de pessoas. Também não é aconselhado terminar uma relação através do Facebook, para isso deixam-se as novas tecnologias de lado e opta-se por uma conversa honesta olhos nos olhos.
Esqueça as fotografias comprometedoras

Sabe que o seu patrão pode fazer uma pesquisa no Facebook e encontrar um colaborador do qual se envergonha? Fotografias menos próprias e comprometedoras, à partida nem as deve tirar, mas se o fizer guarde-as para si. Mesmo que alguém coloque uma fotografia sua mais comprometedora, da qual não se orgulhe muito, pelo menos remova a tag(etiqueta) do seu perfil dessa fotografia.
Fãs sim, mas com moderação

Não adira a páginas de fãs que envergonhem os seus valores morais. A informação que coloca no seu perfil, os seus tópicos e as páginas das quais é fã, podem ser benéficos à sua imagem ou não; seja criterioso.
Evite demasiada informação

Coisas como a sua urgência em ir ao wc, ou a dor de barriga que teve ontem ou algo sobre os seus odores corporais, são para manter para si; se a sua ex-namorada ou atitude do seu colega de trabalho não lhe agradam muito isso é pessoal, e é simplesmente demasiada informação. Coloque informações sobre coisas que possam tornar a sua imagem melhor, e não pior à vista dos outros.
Não peça amizade a quem não conhece… ou conhece mal

Amizade tem um significado, e embora o Facebook tenha dado um pouco a volta à ideia do que é uma amizade, a realidade é que pode sempre ignorar os pedidos de amizade de quem não conhece. Isto não é má educação, é simplesmente a realidade. Da mesma forma, não faça pedidos de amizade a quem não conhece.
Responda às mensagens

Responda às mensagens que são colocadas no seu mural. Se preferir enviar uma mensagem privada ou e-mail responda-lhes com essa informação.
Seja tão educado e respeitador como na vida real

As regras de boa educação aplicam-se em tudo, e até o mundo virtual faz parte da vida - a boa educação que usa no dia-a-dia com os sues amigos, familiares e desconhecidos também deve ser aplicada no mundo virtual.



Como cumprimentar alguém num restaurante



Todos já nos deparamos com amigos, conhecidos, colegas de trabalho em diversas circunstâncias e locais. Cada circunstância em cada local distinto pode pedir uma forma diferente de cumprimentar a outra pessoa. Como tudo na etiqueta e boas maneiras é uma questão de bom senso. Fica aqui uma ideia geral para saber como agir quando encontrar um conhecido ou conhecida num restaurante.

Uma das situações onde nunca se sabe bem como se deve cumprimentar alguém, é quando se encontra alguém conhecido a jantar num restaurante. Se está a chegar ao restaurante e encontra pessoas conhecidas a jantar, é natural que vá cumprimentá-las à mesa delas.

No caso de ser um homem e estar acompanhado com uma senhora, antes de ir cumprimentar alguém a outra mesa deve esperar que primeiro a senhora se sente à mesa, e só depois de avisar a pessoa com quem está que vai apenas cumprimentar um conhecido, é que deve ir cumprimentar a outra, ou outras pessoas. Em quaisquer que sejam as circunstâncias não deve nunca demorar-se muito a cumprimentar as outras pessoas, pois é de mau tom deixar outras pessoas à sua espera.

No caso de ser uma senhora a encontrar outra pessoa num restaurante, especialmente se essa pessoa for um senhor, é natural que este se levante para a cumprimentar. Neste caso diga a priori que não é necessário levantar-se e deseje um bom jantar a todos.

Quando cumprimentar outras pessoas que estão a jantar, não obrigue ninguém a levantar-se nem cumprimente com aperto de mão ou beijo quem esteja a jantar. Conforme a hora do dia, deseje uma boa noite, seja simpático, acene com a cabeça deseje uma ótima refeição a todas as pessoas e diga que tem outra(s) pessoa(s) à sua espera.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013




A história do Garçom

A ORIGEM DO OFÍCIO






O que é garçom?

Na grafia francesa, garçon siginifica rapaz ou empregado de mesa.

Garçom (da grafia portuguesa) é o funcionário que trabalha em restaurantes bar, boates, festas e eventos em geral, servindo comidas e bebidas aos clientes.

Ocupação ainda muito marginalizada e desprestigiada no Brasil, a profissão de garçom, se por um lado pode ser brilhante e glamourosa, nos permite contato com as mais variadas personalidades, instalações e produtos, por outro costuma exigir bastante tempo, disponibilidade de horários e disposição para o trabalho, já que, de maneira geral, enquanto os clientes se divertem, os garçons tem de trabalhar, às vezes até dobrado.


O garçom, por desempenhar um papel importante na hotelaria, deve ser digno de respeito e admiração, uma vez que ele será sempre a pessoa em que deveremos contar, pois enquanto estamos desfrutando de momentos de lazer, ele está trabalhando pesado para que tudo que está ao nosso redor funcione com qualidade.

Mas, nem sempre foi assim…a história nos revela que a idéia de servidão, era maliciosa e agressora, embora sempre trouxe satisfação aos seus beneficiados.
Ainda que não oficializada ,a antiga arte de servir era encarada como punição ou dever obrigatório. faremos uma linha do tempo para entender a origem do garçom:





-Idade da Pedra: Na lei do mais forte, o mais fraco ou o derrotado na batalha, deveria servir o seu adversário.

-Egito Antigo: Agora o conceito de servidão era conhecido pelos dominadores, os grandes faraós eram dignos de atendimento ,pelo poder tirano da soberania.Todos os menos cultos,sem habilidades , vítimas de exploração de seu reino e não nativos ,como os hebreus (ver o livro de Êxodo na Bíblia),eram servos obrigatóriamente.Este princípio passou a ser referencia, na mente dos exploradores das grandes expedições, que viriam ocorrer séculos a frente na história.

-Roma Antiga: Os grandes “césares”, exigiam altos impostos a sua população, quem não podia pagar, suas terras eram tomadas e todos membros da família se davam como pagamento, seus filhos, sendo crianças ou mulheres seviam os alimentos, e realizavam tarefas domésticas nos palácios e grandes eventos do Coliseu.

-China e Japão: No oriente quando os guerreitos perdiam uma batalha, havia uma cultura de servidão ao oponente.As mulheres trabalhavam nas lavouras e as crianças eram empregadas e ensinadas nos quartéis dos grandes samurais.




-Período da Colonização: As expedições européias, peló mundo, dominou todos os povos daquelas terras (em especial África e Americas), a coroa dos reinos fo Velho Mundo, ganhou assim uma nova equipe, com uma mão de obra barata, já que eram escravos. Entre os negros, os de boa aparência, aprendia a etiqueta e servia a côrte, também cuidavam da hospitalidade na Casa Grande (nome denominado as mansões dos Imperadores e dos Barões Burgueses).

-Mundo Moderno: Quando explodiu as revoluções, o mundo evoluiu e o conceito da servidão foi mudando.Criou-se a cultura da hospitalidade, que desde a Grécia Antiga já existia, ainda que este modelo não fora oficializado.A França se destacou ,pois avançou na maneira de educar e servir aos membros reais, e esta cultura foi adotada por todos os países desenvolvidos.De lá veio, a palavra “garçon”(menino), da idéia que os servos menores, serviam nos banquetes da côrte.

-Mundo Contemporâneo: Ainda na Revolução Industrial, agora a servidão mudava para o conceito de “prestação de serviços”, a revindicação foi atendida após as mudanças na mente dos operários , de agora eles deveriam ter direitos e não só deveres, e aí a figura do garçom também entrou na briga.Agora, o antigo servo é visto como funcionário, com tudo regulamentado pela lei trabalhista, e se desejável desistir de suas obrigações, podendo estar vinculado ou não a alguma empresa, neste caso sendo um profissional liberal.

Vemos que o conceito da servidão mudou, e o mundo acompanhou estas mudanças. O perigo de ser servo no mundo antigo, era da dura realidade de ter que servir, servir e servir…com o direito de ser punido, caso questionasse. Qual seria os perigos da profissão em nosso século?


Maitre Elias 🇧🇷 81 8483-7818


http://www.garcomrj.com.br/pagina-exemplo/

segunda-feira, 16 de setembro de 2013





OS 3 SEGREDOS PARA ARMAZENAR VINHOS





Você tem um vinho especial que quer abrir num dia de comemoração, mas não tem adega para guardar? Ou você quer que um vinho se melhore na guarda e não sabe como? Veja os 3 segredos simples para aprender a armazenar vinhos.

1- Cuidado com a posição
Acho que você já deve ter ouvido (ou visto) que vinhos devem ser guardados na horizontal. Mas, por quê? Acredite, não é porque fica bonito e diferente. O motivo nem é o vinho, e sim a rolha: mantendo a garrafa deitada, o vinho estará sempre em contato com a rolha, que permanecerá úmida e dilatada. Isso impede que ela diminua de tamanho e o ar entre na garrafa. O entrar do ar, ainda que em pouca quantidade, oxida e estraga o vinho.





2- Temperatura e local
A temperatura que o vinho ficará implica imediatamente no local. Você pode guardar seu vinho numa adega, armário ou numa caixa: o mais importante é que não tenha luz. Tanto a luz solar quanto a luz ambiente atravessam a garrafa e podem alterar o vinho, mesmo dentro de adegas.

Cada vinho tem uma temperatura ideal para ficar. Resumindo, podemos dizer que tintos devem ficar a uns 13 - 17 graus, enquanto brancos pedem temperaturas em torno de 12 - 14 graus.


Mas o problema, na verdade, é a mudança de temperatura. Uma temperatura que fica mudando é pior do que uma temperatura errada que fica constante. Então, tente deixar os vinhos em locais frescos e que não haja variação. Se tiver uma adega, prefira as climatizadas (saiba mais sobre elas na matéria “Na temperatura certa”).

E se você tem uma adega só, para guardar tinto e branco juntos, prefira deixar na temperatura do tinto. Ela é mais perto da temperatura ambiente, então o branco mudará de temperatura apenas uma vez: antes de ser servido, quando for resfriado.


3- Período
Daí você decide que, se é tão fácil assim guardar vinhos, vai guardar um por 15 anos! Então, daqui a 15 anos, você abre a garrafa... e resolve que quer me matar.

Para isso não acontecer, já aviso: cada vinho tem um período certo para ficar envelhecendo. Não adianta pegar um vinho que fica perfeito com três anos, e tentar beber com sete. Ele estará oxidado e horrível. Assim como seria desperdício pegar um vinho que fica bom em sete, e beber em três. Respeite o tempo de cada um.


Agora que você viu as dicas, veja esse vídeo com a nossa Sommelière Principal, Jô Barros, e aprenda a armazenar vinhos do dia-a-dia, sem estresse.


http://www.sonoma.com.br/seja-um-craque-itens/item/400-os-3-segredos-para-armazenar-vinhos
CERVEJA







ENTENDA DE CERVEJA!
Com certeza você já se deparou com uma série de cervejas diferentes e nomes estranhos, e uma boa parte sempre acreditou que existia somente a cerveja “clara” e a “escura”. Sabia que existem muitos e muitos tipos e classificações de cerveja? Qual será a que agrada mais ao seu paladar? Vamos tentar descobrir juntos!

Inicialmente, podemos dividir as cervejas em três grandes estilos, cada um com características diferentes: lagers, ales e lambics. Além disso, cada categoria possui sub-tipos que respeitam (de maneira geral) as mesmas “regras”.


Lagers

São as cervejas mais consumidas do mundo (no Brasil, a maioria esmagadora). São cervejas de baixa fermentação, maturadas em temperatura baixa por longos períodos (“lager” quer dizer “armazenar” em alemão), todas com graduação alcoólica em torno de 4% a 5%.

Pale lagers
American lager: leves e feitas para matar a sede, são as mais populares nos Estados Unidos. A maioria das vendidas no Brasil (dos comerciais de mulheres em biquínis) é deste estilo (e não pilsen, como afirmam os rótulos).

Pilsner (pilsen): inventada na cidade de Pilsen (na República Tcheca), apresentam lúpulo acentuado no aroma e no sabor (por isso, tendem a ser mais amargas).

Lite: mais leves ainda, são muitas vezes conhecidas como cervejas “light”.

Premium: recebem mais lúpulo e mais malte do que as lagers tradicionais. Também devemos ter cuidado com algumas intituladas “premium” que só buscam se destacar nas prateleiras, mas não são mesmo deste estilo.


Dark Lagers
Schwarzbier: estamos falando da famosa cerveja preta, suave, com aromas que remetem ao café e ao chocolate em pó (mas não doces).

Malzbier: cerveja escura doce, com graduação alcoólica bem baixa (de 3% a 5%). Em sua região original (Alemanha), originalmente possuía teor alcoólico abaixo de 1%, e por isso chega a ser classificada até mesmo como bebida energética.

Bock

Geral: avermelhadas ou de cor marrom, apresentam um complexo sabor maltado, com graduação mais alta, chegando a até 14%. Só por curiosidade, em alemão “block” significa “cabrito”.



Ales

Com fermentação em temperaturas mais altas, são mais encorpadas, com sabores muito complexos.

Pale ales (claras)
English pale ale: refrescantes e amargas, muitas vezes são chamadas de bitter.

Belgian pale ale: ales claras produzidas na Bélgica. Quando mais douradas e encorpadas, são chamadas de blond ale ou Golden ale.

India pale ale (IPA): são carregadas em lúpulo, por isso mais amargas. A ideia originalmente era aumentar o tempo de validade da cerveja durante as viagens inglesas pelas Índias.

Red ales ou irish reds
Geral: são avermelhadas devido ao seu malte (e consequentemente sabor) tostado.


Saison
Geral: produzidas na Bélgica, são consideradas um portal entre as cervejas e os vinhos tintos, com sabores bem similares.

Belgian strong Ales
Geral: com alto teor alcoólico, são divididas em diversos grupos como dubbel (o dobro de malte), tripel (triplo), quadrupel (quádruplo), golden strong ale (fortes e encorpadas, com sabores mais frutados) e dark strong ale (belgian ales escuras).

Weissbier
Geral: são as cervejas feitas à base de trigo. Claras e geralmente opacas, apresentam sabores frutados, de especiarias e florais. São sempre muito refrescantes, de teor alcoólico moderado.




Porter
Geral: cervejas escuras e opacas, famosas pelo forte sabor de chocolate, café e malte torrado. Confundidas facilmente com as Stouts, tendem a ser mais suaves e menos alcoólicas (entre 6% e 10%).

Stout
Geral: derivadas das porters, apresentam graduação mais alta (de 8% a 12%) e são consideradas mais “fortes”.

Lambics

São feitas de trigo, mas não recebem leveduras para a fermentação (por isso sua fermentação é considerada espontânea).

É um tanto difícil conseguir isso, pois devem ser fermentadas por agentes naturais encontrados apenas em uma área ao redor de Bruxelas. A lenda é de que as caves em que são produzidas jamais devem ser limpas para que os agentes naturais estejam presentes.

É o estilo mais antigo do mundo e apresenta uma grande complexidade e variação de sabores e aromas.


Lambic-fruit
Geral: em seu processo, são adicionadas frutas inteiras (pêssego, cereja, framboesa, entre muitas outras) que maturam em barris de carvalho por até três anos. Podem ser mais ácidas ou mais doces e balanceadas.\

Gueuze
Geral: Formado através de um blend de lambics novas e antigas de diversos barris, recebem uma segunda fermentação enquanto engarrafadas.

Esses são apenas os principais estilos. Além deles, podemos encontrar outras denominações e muitos outros estilos, mas isso é assunto para uma próxima conversa.





http://www.sonoma.com.br/seja-um-craque-itens/item/535?utm_source=Sailthru&utm_medium=email&utm_term=Sab_Dom2013&utm_campaign=20130415_dicadomingocerveja

quarta-feira, 14 de agosto de 2013


VINHOS GALEGOS.


GARÇON FRANÇA FESTAS E EVENTOS.

DESDE 1982 SERVINDO COM AMOR E DEDICAÇÃO.






VINHOS GALEGOS
Certa vez, escutei uma garota falar a frase “Adoro um galego”. Ela referia-se a pessoas de pele ou cabelos claros, mas tive que concordar com ela: os galegos são fenomenais. Só que, dessa vez, estou falando dos vinhos.



A Galícia, ou Galiza, é um lugar que mostra muito bem suas heranças celtas. Pra começar, no ar: o clima seco e marítimo lembra bastante o da Bretanha francesa, outra terra do povo celta. Até o nome: Galiza vem de Gália, nome dado às terras celtas, que hoje correspondem ao território francês, algumas partes da Bélgica, da Alemanha e do norte da Itália.



A Galiza é uma comunidade autônoma que pertence à Espanha desde 1833, mas já era uma região histórica antiga que cresceu a partir do século XI a.C., quando os celtas invadiram as terras e levaram nada mais, nada menos que ele: o vinho! Sim, os celtas eram fissurados por vinho, e a fama da bebida se espalhou pela Europa mais por influência celta do que por imposição romana.

E, 31 séculos depois, o vinho galego tem todas as qualidades que um lugar com cultura vinícola tradicional pode ter. As principais regiões da Galiza são:

Ribeiro
É lá que encontramos o vinho branco Ribeiro, feito com a uva especial da Galiza, a Treixadura, que produz vinhos muito leves, frescos e frutados. O vinho Ribeiro é tradicionalmente servido em uma porcelana branca chamada “Cunca”.



Valdeorras
Os vinhos brancos dessa região são feitos coms as castas Godello, Dona Branca e Palomino, enquanto os tintos são produzidos com as uvas Mencia, Merenzao, Grao Negro e Alicante. O destaque da casta Mencia é grande, tendo uma cor rubi escura e um sabor de frutos do bosque.



Rias Baixas
É onde se produz um dos melhores vinhos brancos espanhóis, da uva Albariño. Essa uva chegou à Galiza pelos franceses, no início da Idade Média. A uva é tão conhecida que há até uma festa com seu nome, onde se bebe muito vinho Albariño. Uma das características do vinho é o aroma que lembra a pêssegos frescos.

Ribeira Sacra
Em Ribeira Sacra, predomina-se o vinho tinto, com destaque para a Mencia. As uvas têm uma ótima maturação nas margens dos rios Miño e Sil – alguns chamam os vinhos de Ribeira Sacra de “ouro líquido do Sil”. Seus vinhos costumam ser intensos, com aroma de cerejas e bem alcoólicos.




Como Portugal é coladinho com a Espanha, a tradição celta e as uvas da Galiza também chegaram no pai do Brasil. Confira!




VAMOS TOMAR MAIS VINHO.

http://sonoma.com.br/regioes-itens/item/448-vinhos-galegos

sexta-feira, 21 de junho de 2013



NÃO TENHA MEDO DE FALAR SOBRE VINHO













Antes de qualquer coisa: levar a taça ao nariz, depois à boca e identificar aromas e sabores requer prática (e muita!) e repertório. Espera aí... Repertório? É, isso mesmo... Não tenha medo de falar sobre vinho!

Sabe quando uma lembrança invade sua memória pelo nariz ou pela boca, mas você não consegue traduzir em palavras o que está sentindo? É nessa hora que o vocabulário entra em jogo, e você começa a pular de palavra em palavra em busca de um nome que dê significado ao que está sentindo.

Agora, em vez de responder que o vinho que está degustando tem "cheiro e gosto de vinho", que tal conhecer os aromas e sabores mais comuns para saber o que dizer sobre um vinho?

Passagem por madeira
As mais conhecidas notas que um vinho pode trazer – e talvez mais fáceis de identificar - são curiosamente adquiridas durante a passagem por barrica de carvalho. O contato com a madeira pode representar, para alguns vinhos, quase que a imersão de baunilha em pau ou o despejo de muitas gotas de sua essência, tamanha a maneira como este elemento se faz presente. Consegue imaginar algo feito com baunilha, como um bolo pão de ló recém-saído do forno ou um sorvete de creme? É disso que estamos falando!

Para ficar nos doces, a barrica ainda pode deixar seu registro em forma de notas de chocolate (desde o mais leve branco até o mais preto e amargo ou o puro cacau em pó) e caramelo (a alusão que normalmente usamos aqui é "toffee", aquela bala quadrada, conhece?). Além disso, podem ficar registrados tabaco, tostado, defumado. Para os vinhos brancos, ficam as notas amanteigadas - nas palavras da sommelière especialista em aromas Daniella Romano, da Aromas do Vinho, “quase como a manteiga derretida no pão quentinho!”.

Café com leite

Será que estamos tão acostumados a beber café que notamos seu aroma e sabor até mesmo no vinho? Brincadeiras à parte, esta é mais uma das heranças da passagem do vinho pelo carvalho. Para identificar o seu cheiro, lembre-se daquele momento em que abre a embalagem do café e o cheirinho gostoso sobe para acariciar o nariz. É quase a mesma sensação, só que com menor intensidade, claro!

Como a espuma do leite no expresso ou o próprio leite morno (para os mais interioranos, o líquido recém-saído da vaca), para acompanhar o café, o caráter lácteo vem do período da fermentação. E além do leite, pode vir também o iogurte, com seu azedinho incomparável, e a coalhada.

Tem algo mais francês?

Uma conhecida interferência do processo da fermentação no caráter aromático e no sabor do vinho é quanto à segunda etapa do Champenoise, o método tradicional do Champagne. Enquanto fabricam as bolhas do espumante, as leveduras (parecidas mesmo com as do fermento de pão) dão um toque de brioche a esses vinhos que nasceram na França e são sucesso pelo mundo todo até hoje.

Da cana ao açúcar

Todas as etapas, desde a primeira moagem da cana-de-açúcar até a obtenção do tipo mais refinado e, talvez mais adiante, do caramelo, podem ser aprisionadas numa garrafa. Não é que ao vinho seja adicionado caldo de cana, mas é possível senti-lo tão vivamente no aroma e no sabor, que é como se estivesse tomando um na feira. Às vezes, o vinho pode ser também uma maneira mais agradável de sentir rapadura sem quebrar os dentes, de provar um pouco de açúcar mascavo ou até mesmo do caramelo, feito com açúcar refinado queimado na panela.



Por outro lado, refinando-se ainda mais o processo de extração da cana, ou simplesmente tomando um vinho que esteja na temperatura acima da ideal, pode-se notar, a contragosto, a forte presença do álcool.




Passeio no campo

Violetas, rosas ou lavandas? A pergunta que só os narizes mais apurados conseguiriam responder tem uma solução mais simples: floral! Ao fechar os olhos, esse caráter do vinho pode transportar a um passeio no campo, num parque ou jardim, e até mesmo uma passada rápida no canteirinho que cultiva num canto do seu apartamento, com meia dúzia de vasos e excesso de pólen no ar.

Se a lembrança levar a algum bosque, cuidado para não confundir as flores com os frutos. Desde as frutas vermelhas, como morango, amora e framboesa; até as escuras, como ameixa; e as amarelas, como abacaxi e melão; podem entrar no jogo.


Da terra

Já que estamos no campo, vamos aproveitar a visita e falar também dos aromas e sabores terrosos, herbáceos e vegetais.

Terrosos, como a palavra sugere, vêm de terra. Não propriamente tudo que vem da terra é terroso, mas cogumelos, por exemplo, cumprem bem esse papel. Pense nos cogumelos, como o Paris, frescos. Se os orientais shimeji e shitake forem mais familiares, pode usá-los como referência também. Raízes, como a mandioca, com casca e tudo, ou a própria terra mesmo, a lama e o “cheirinho de chuva”.

Seguindo a mesma linha de raciocínio, os herbáceos vêm de ervas. Algumas, como menta, hortelã e eucalipto são um pouco mais fáceis de reconhecer, dada o frescor que trazem para o vinho. De uma maneira geral, podemos considerar um vinho herbáceo se lembrar chá. Algumas especiarias como canela e cravo podem lembrar os chás também. Muito utilizadas na culinária brasileira (principalmente nesta época do ano!), por isso devem ser mais familiares e fáceis de reconhecer também. Vinho quente, quentão, arroz doce e canjica são apenas alguns exemplos que, com certeza, vão ajudar.

Couro e toque animal

Curiosamente, a presença do couro no vinho pode ser em decorrência de ter sido vinificado próximo a um curtume, explica Daniella. Em alguns casos, essa característica é tão forte que lembra, por exemplo, entrar num carro com estofado de couro ou quando sente o cheiro de um artefato novo feito com o material, como uma bolsa ou jaqueta. O toque animal, por sua vez, pode se manifestar como pelo molhado, por exemplo, e esterco.

Quiche Lorraine

Sabe quanto acaba de tirar o queijo do tipo parmesão da embalagem e sobe aquele cheirinho salgado? Ou quando saboreia uma lasca bem fina do mesmo queijo? Por mais estranho que possa parecer, a sensação não é o que podemos chamar de inusitada. O salgadinho do gorgonzola também aparece de vez em quando...

E como não existe Quiche Lorraine só de queijo, vamos falar do bacon. Por ser defumado, o caráter é herdado do descanso em barrica. Falamos do bacon, mas o presunto cru se enquadra bem aqui. No mais, tudo que lembrar fumaça no nariz está valendo!

O mar numa taça

Há quem diga que o caráter mineral do Jerez é resultado da interferência da maresia na região espanhola, por estar localizada a menos de 20 quilômetros da costa. Se é ou não, não sabemos dizer, mas é inegável: o vinho tem uma mineralidade maior que os demais. E não é só a salinidade conta nos aromas e sabores minerais. Pedra, giz e petróleo também contam.

Vêm de onde?

“Os aromas são naturais, ninguém adiciona essência no vinho para que ele fique perfumado”, afirma a sommelière. Vinho é feito de uva e ponto! Por mais que as vezes fique difícil de acreditar, as características do vinho se devem à combinação genética da uva que é utilizada para a sua produção. “O lugar onde foi plantado, o clima da região, o solo, e todas as coisas que definem um terroir, o tipo de levedura que foi utilizado, o fato de ele ter ficado ou não em barricas ou mesmo na garrafa para o amadurecimento, todos esses fatores podem colaborar para a formação de outros aromas diferenciando o vinho produzido”, continua Daniella. Sendo assim, um Cabernet Sauvignon chileno não necessariamente tem as mesmas características de um feito, por exemplo, em Bordeaux.

Então mais importante do que ficar decorando as características de cada uva, o melhor a se fazer é aprender identificar os aromas e sabores, e já terá o que falar sobre o vinho que está bebendo!

http://sonoma.com.br/seja-um-craque-itens/item/347-n%C3%A3o-tenha-medo-de-falar-sobre-vinho

GARÇON FRANÇA E SUA TURMA EM FESTAS A CARÁTER



GARÇON FRANÇA E GARÇONETE GLÓRINHA EM FESTA JUNINA EM JUNHO DE 2011

GARÇON FRANÇA COM GARÇONETE ANNE EM FESTA JUNINA EM JUNHO DE 2012















GARÇON FRANÇA COM GARÇONETE CYNTHIA SOUZA EM FESTA JUNINA EM JUNHO DE 2013











GARÇON FRANÇA, GARÇON FELIPE( FILHO ), GARÇONETE CYNTHIA, E SUA MÃE, EM UMA FESTA A CARÁTER ( FAZENDEIROS ). ( O ANIVERSÁRIO FOI DA A FAZENDINHA )










GARÇON FRANÇA E GARÇON FELIPE ( FILHO ) TRABALHANDO A CARÁTER DE PIRATA.












GARÇON FRANÇA TRABALHANDO EM UMA FESTA DE REI.










GARÇON FRANÇA TRABALHANDO DE CAPITÃO.










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