sábado, 9 de março de 2013





Livro ensina tudo sobre uísque e indica boas escolhas para happy hour




O uísque (*) é mais do que uma simples bebida. Não serve somente para se refrescar no calor ou esquentar no frio. O destilado é daquelas bebidas prestigiosas, ótimas para serem degustadas com calma, sozinho ou com amigos, e oferecendo ao paladar ricas viagens degustativas.

O lançamento da editora Larousse, "Whisky Classificado", de David Wishart, é uma obra completa e que aborda tudo sobre a bebida, desde fatos e curiosidades sobre as regiões onde são produzidas, a conservação e as características das diferentes marcas.

Divulgação

Obra trata do assunto de maneira simples e prática e desfaz mitos ao longo do caminho
David Wishart conta na introdução do livro que "muitos livros já foram escritos sobre whisky, mas este foi o primeiro a comparar e classificar whiskies single malt por sabor". Este livro trata do assunto de maneira simples e prática e desfaz mitos ao longo do caminho.


"O perfil de sabor foi desenvolvido a partir da análise de mais de mil notas de degustação, uma maneira objetiva de comparar as características distintas e atraentes de sabor dos whiskies". Wishart finaliza, lembrando que "o whisky que você toma hoje foi feito artesanalmente e envelhecido, durante uma década ou mais, por pessoas dedicadas que tiveram a certeza de que o fruto de seu trabalho seria apreciado por muitas gerações".

Slàinte mhath**

* A grafia adotada pela Folha é uísque
**Termo usado como brinde na Escócia e na Irlanda, que significa literalmente 'boa saúde".


*http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/766834-livro-ensina-tudo-sobre-uisque-e-indica-boas-escolhas-para-happy-hour.shtml




Como Fazer Pão de Queijo

Um dos quitutes mais conhecidos pelo Brasil e aprovado pelos brasileiros é o Pão de Queijo tradicional. Não há padaria que não tenha uma super receita de pão de queijo, especial ou que não sirva ao menos um tipo de pão de queijo. Mas como fazer pão de queijo de padaria em casa? Pensando em deixar suas tardes mais saborosas, trouxemos uma receita de pão de queijo simples e rápida. Mas antes, temos um segredo para deixar sua receita mais que especial: já conhece as máquinas para padaria Perfecta? Ainda não? Então, esta é uma boa oportunidade para você realizar um orçamento e começar a produzir produtos com mais qualidade e com todo o sabor que seus clientes merecem!
Agora, vamos para a deliciosa receita de como fazer pão de queijo. Confira! (Vale lembrar que esta receita de pão de queijo tem rendimento de 30 porções).

http://www.perfecta.com.br/blog/como-fazer-pao-de-queijo/


Ingredientes para fazer Pão
de Queijo Tradicional
1/2 copo(s) de óleo de soja Sadia
1 copo(s) de leite
3 unidade(s) de ovo
250 gr de queijo meia-cura
1/2 kg de polvilho doce
1 colher(es) (sobremesa) de sal
Modo de fazer o Pão de Queijo

Primeiramente, para fazer este pão de queijo fácil, coloque o polvilho em uma bacia. Em seguida, despeje o óleo, o sal e o leite para fervura. Instantaneamente ao ponto de ferveção, desligue e então, escalde o polvilho. Com uma colher de pau, mexa bem a massa do pão de queijo. Após este processo, coloque os ovos, um a um, até a massa ir ficando com aspecto malemolente.
Depois disso, vem a etapa manual. Ou seja, passe a amassar a massa do pão de queijo com a mão e aos poucos, vá adicionando o queijo. Continue amassando até ela ficar solta e bem fácil de moldar.
Faça as bolinhas que darão o tamanho do pão de queijo e coloque-as distante umas das outras na assadeira (sem untar). O forno para assar o pão de queijo deve estar preaquecido e continuar constante em fogo médio. Nesta receita de pão de queijo, o tempo necessário para assar é de 30 minutos. O pão de queijo deve ser retirado do forno quando começar a ficar dourado.
Dicas para Fazer Pão de Queijo

Para não achatar, não abra o forno;
Você pode fazer grande quantidade e congelar a massa. Mas nunca deixe em temperatura ambiente;
Se a massa do pão de queijo estiver muito seca, adicione mais leite e óleo até ficar em ponto grudento;
Na hora de servir, você pode cortá-los ao meio e oferecer doce de leite junto com o pão quentinho. Outros recheios como catupiry também são aprovados.
Lembre-se: precisando de forno para restaurante ou maquinas para padaria, a marca líder no segmento é a Perfecta!

quinta-feira, 7 de março de 2013




O QUE FAZER COM SOBRAS DE CARNE DE CHURRASCO

Leia mais: http://www.receitasdmais.com/2011/08/o-que-fazer-com-sobras-de-carne-de.html#ixzz2MsNRX94n

Sempre que fazemos um churrasco, tentamos não esbanjar, mas não tem jeito. Tem sempre aquela carne que é esquecida, fica dura, e agora? O que fazer? Veja nossas dicas



Enviado por Ana Paula Dias : Pegue a carne de churrasco e cozinhe bem ate que ela comece a ficar mole, no ponto de desfiar. Na panela coloque seus tenperos preferidos: tomate, salsa, cebola,cebolinha, loro,e outros. Adicione massa de tomate e deixe formar um molho. Formando assim um molho, prepare macarrão parafuso e use este molho para o molho do macarrão. Adicione queijo ralado e ficará magnífico!

Junte uma colher de sopa de azeite, e pedacinhos de linguiça fresca retirados da pele e refogue até estararem bem cozidos. Junte tomates, pimenta, sal grosso, cebola, folhinhas de manjericão e os temperos que gostar mais. Depois use esta fritada, em um macarrão, ou use como acompanhamento. Faça da sua imaginação!

ARROZ MATA CACHORRO: Corte as sobras de churrasco bem pequenininho depois refogue com alho, sal e cebola. Deixe dourar. Acrescente arroz e misture tudo. Acrescente a água e deixe cozinhar. Pode colocar um tablete de caldo de carne, oregano, cebolinha ou salsinha a gosto. Não sobra nem pro cachorro!

Vovó Ana Paula - SOBRAS DE CARNE ASSADA: Com as sobras da carne assada podem-se preparar croquetes,bolinhos,farofas,recheios para pasteis e arroz de forno


http://www.receitasdmais.com/2011/08/o-que-fazer-com-sobras-de-carne-de.html



Receita Caipirinha
Receita

Ingredientes:
2 1/2 doses de Cachaça 51
1/2 limão
1 colher de chá de açúcar
Como chegar:
Em um copo apertar-limão e açúcar esmagar e misturar, despeje a mistura de cachaça e gelo e servir. Sirva imediatamente.
Receita



http://hostingessence.com/recipe-caipirinha-drinks-cocktails-recipes/

domingo, 24 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013






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Beber vinho: de obrigação a opção.

O vinho é uma bebida velha, antiga, neolítica. Ele foi consumido ao longo de toda a história de que temos registro.

Por Eric Asimov- The New York Times News Service/Syndicate

O vinho é uma bebida velha, antiga, neolítica. Ele foi consumido ao longo de toda a história de que temos registro. No entanto, o vinho como o conhecemos hoje é relativamente novo. O local onde se originou, o seu gosto, o que representava e o modo como se transformou ao longo do tempo são temas explorados no fascinante novo livro de Paul Lukacs, 'Inventing Wine: A New History of One of the World's Most Ancient Pleasures' ('Inventando o vinho: Uma nova história de um dos prazeres mais antigos do mundo', em tradução livre), publicado em dezembro pela W.W. Norton & Co.

Uma coisa fica clara na obra de Lukacs: a maior parte dos vinhos – ao longo de grande parte da história – foi repugnante e desagradável. Se um crítico do passado tivesse nos legado uma resenha acerca da degustação do tipo de vinho que a maioria das pessoas bebia, possivelmente diria 'imprestável, horrível, avinagrado, imundo'.

No entanto, as pessoas o bebiam mesmo assim, porque não tinham escolha. Outras bebidas, como água e leite, estavam repletas de doenças. O gosto do vinho podia ser terrível, mas tinha um desinfetante embutido: o álcool.

Foi apenas a partir da Renascença, escreve Lukacs (que, quando não está pesquisando vinho, é professor de Inglês na Universidade Loyola de Maryland, em Baltimore), que surgiram noções familiares para discernir características da bebida. Só então os enófilos – um grupo diminuto, para ser claro – começaram a associar estilos particulares e qualidades no vinho a lugares específicos: uma ideia incipiente de terroir.

Além disso, foi apenas nessa época que os enófilos bem informados começaram a perceber que alguns vinhos podiam ser apreciados intelectual e emocionalmente, e não apenas fisicamente, e que os melhores vinhos transmitiam uma sensação de equilíbrio, duração e profundidade.

Contudo, foi realmente com o Iluminismo, no século XVIII, quando uma série de revoluções começou a transformar a nossa compreensão do cultivo da uva, da produção de vinho e do armazenamento do vinho, que a bebida começou a se assemelhar ao que associamos a ela hoje.



'Somos todos filhos do Iluminismo, não de Platão e Aristóteles, mas de Locke e Rousseau', disse Lukacs recentemente, quando almoçamos juntos. 'Foi quando o vinho moderno surgiu.'



Outras mudanças também ocorreram. À medida que o abastecimento de água foi se tornando mais seguro, as pessoas passaram a não precisar consumir necessariamente vinho. Ele se tornou uma escolha. Era possível apreciá-lo em vez de bebê-lo, de modo que o vinho tinha de se tornar mais atraente.

No entanto, no início do século XX, o vasto conjunto de vinhos existentes podia ser dividido em dois grupos: uma pequena quantidade de vinhos finos, ou 'vin fin', apreciada pelos paladares exigentes; e a maioria dos outros vinhos, 'vin ordinaire', baratos e abundantes, mas não muito bons e frequentemente muito ruins.

'A diferença entre os melhores vinhos e os outros era fenomenal', disse ele.

O vinho gozou de uma breve era dourada no século XIX, com a rápida ascensão de uma classe média com recursos econômicos e aspirações culturais. No entanto, enfrentou um período difícil no final do século XIX, quando os vinhedos europeus foram atacados por pragas, contratempo seguido por guerras mundiais, depressão econômica, a moda das aguardentes e dos coquetéis e a Lei Seca. Ainda assim, o vinho veio a ressurgir na segunda metade do século XIX.

De modo talvez um pouco presunçoso, Lukacs e eu – enquanto dividíamos uma garrafa de Il Frappato, um tinto deliciosamente fresco da produtora Arianna Occhipinti, da Sicília – concordamos que tivemos sorte por viver nos dias de hoje, talvez a melhor época da história para ser um enófilo. Sentados em um restaurante de Nova York, tínhamos acesso a uma diversidade de vinhos maior que a experimentada em qualquer outro momento da história, tendo acesso a rótulos de bem mais locais e em estilos.

O Il Frappato era uma ilustração perfeita do quanto o mundo tinha mudado não apenas em dois mil anos, mas nos últimos 25. Na década de 1980, poucas pessoas já tinham ouvido falar da uva frappato, e grande parte dos vinhos da Sicília era considerada pesada, oxidada ou simplesmente ruim. A Sicília talvez tenha sido um dos últimos bastiões do 'vin ordinaire'. No entanto, hoje dá origem a vinhos esplendorosos.

Lukacs, de 56 anos, que cresceu na Filadélfia, disse que sempre teve interesse pelo vinho. Seu pai, húngaro, bebia vinho regularmente. Contou, porém, que se interessou de fato pelo vinho ao cursar pós-graduação na Universidade Johns Hopkins, quando se juntou a um grupo de estudos que rapidamente se revelou um grupo de enófilos.

'O que me interessava no vinho era o fato de ele ser muito, muito rico intelectualmente', disse ele. 'A pessoa não precisa conhecer o vinho, mas acaba querendo saber mais sobre ele.'

Além de se dedicar à pesquisa acadêmica, Lukacs escreveu uma coluna sobre vinhos para o jornal The Washington Times durante 19 anos e publicou dois outros livros a respeito, 'American Vintage: The Rise of American Wine' ('Safra americana: o despertar do vinho americano'), em 2000, e 'The Great Wines of America: The Top Forty Vintners, Vineyards, and Vintages' ('Os grandes vinhos dos Estados Unidos: os 40 melhores viticultores, vinhas e safras'), em 2005.

Entre as ideias mais interessantes defendidas por Lukacs em 'Inventing Wine' está a de que a 'tradição' do vinho é completamente mutável. A noção do passado ilustre de Bordeaux, por exemplo, é bem mais uma criação dos proprietários do século XIX que construíram castelos em estilos arquitetônicos mais antigos na tentativa de transmitir um sentimento de legado. O marketing de vinhos da atualidade, ao enfatizar a herança e a continuidade, baseia-se na mesma fonte.



SERVIÇO DE VINHO NO SUPERMERCADO PERINI SHOPPING RIO MAR. RECIFE.PERNAMBUCO. BRASIL.

Por que o vinho teve um gosto tão ruim por tanto tempo? Como qualquer um que já tentou produzir vinho sabe, a exposição ao ar, à sujeira e a uma série de outras substâncias pode fazer com que ele se estrague. Ele não se torna insalubre assim: apenas fica com mau gosto. Portanto, para enófilos antigos e não tão antigos, o desafio era evitar que o vinho se estragasse após a fermentação do suco de uva.

Até o século XIX, quando se tornou possível produzir garrafas de vidro em massa, diz Lukacs no livro, isso foi quase impossível. Recipientes antigos, feitos de barro ou de madeira, podiam armazenar grandes quantidades de vinho. Mas assim que começávamos a esvaziá-los, o ar entrava em cena com todos os seus companheiros microbianos.

Tentando compensar os sabores azedos, avinagrados, os antigos viticultores acrescentavam todos os tipos de aromas. Especiarias, sim, mas também piche e cinzas, e até mesmo chumbo e lixívia. Os clientes mais abastados conseguiam bancar aditivos de uma estirpe superior, como temperos e ervas.

Por fim, os antigos viticultores descobriram técnicas para fazer vinhos mais duradouros, como secar as uvas antes de fermentá-las, uma prática envolvida na produção também de vinhos modernos, como o Amarone. Esses vinhos de uvas secas se tornaram muito apreciados, emblemas de uma situação social privilegiada, prenunciando, como escreve Lukacs, o futuro papel do vinho como um símbolo de status.

'O vinho era uma maneira de mostrar que as pessoas tinham um gosto distinto', disse Lukacs durante o almoço. 'Mesmo no mundo antigo, havia distinções reais entre o que os patrícios bebiam e o que os plebeus bebiam.'



DEGUSTAÇÃO DE VINHO NO SUPERMERCADO PERINE NO SHOPPING RIO MAR. RECIFE. PERNAMBUCO. BRASIL

Algumas coisas não mudam nunca.

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GARÇON FRANÇA FESTAS E EVENTOS
garconfranca1982@hotmail.com
(81) 9677 7889, 85610906, 9290 3890.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013



Peru ao molho de cerveja


INGREDIENTES

Para o peru
1 peru inteiro
Sal a gosto
Pimenta a gosto
3 dentes de alho
½ cebola ralada
Suco de 1 limão
Sementes de cardamomo
200g de manteiga
Para o molho
Aparas do peru
1 colher (sopa) de farinha de trigo
½ cebola picada
½ xícara (chá) de alho poró picado
1 folha de louro
Alecrim a gosto
1 garrafa de cerveja (sugestão: delirium noel)
1 xícara (chá) de cereja
300g de mini cebolas
300g de mini cenouras
300g de mini abobrinhas
Sal e açúcar o quanto baste
MODO DE PREPARO

Um dia antes do preparo, separe as coxas e/ou sobrecoxas, os dois peitos e o restante (a carcaça) e corte em pedaços menores. Tempere tudo com sal, pimenta, cebola ralada, alho moído, suco de limão e 4 sementes de cardamomo amassadas. Coloque tudo numa vasilha, envolva com filme plástico e reserve na geladeira. No dia seguinte, prepare a manteiga clarificada: derreta a manteiga em fogo baixo, cozinhe por cerca de cinco minutos, fora do fogo e com uma espumadeira retire toda espuma (ou se preferir passe numa peneira com gaze). Reserve. Separe a carcaça, e com uma seringa, injete 1/3 da manteiga nos dois peitos, nas coxas e sobrecoxas. Numa panela aqueça 1/3 da manteiga e doure cuidadosamente. Coloque os pedaços numa grade sobre uma assadeira, cubra com papel alumínio e asse no forno pré-aquecido a 180ºC por 35 minutos. Retire do forno e reserve. Na mesma panela onde dourou os pedaços de peru, doure as aparas, adicione a farinha de trigo, a cebola, o alho poro, cozinhe por 2 minutos, acrescente a folha de louro, um raminho de alecrim, 2 copos de água e cozinhe até reduzir o caldo pela metade. Passe esse caldo numa peneira fina e reserve. Numa panela, coloque a metade da manteiga restante e refogue as cerejas por alguns minutos, adicione a cerveja, cozinhe por 15 minutos e reserve. Cozinhe os mini legumes, doure, no restante da manteiga, com uma pitadinha de sal e açúcar. Reserve.
Antes de servir, junte numa panela os pedaços de peru, o caldo, a cerveja com as cerejas e cozinhe por 20 minutos. Em seguida, acerte o tempero, acrescente os mini legumes e sirva acompanhado de arroz. Sugestão de arroz: de jasmim com amêndoas.

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