quarta-feira, 15 de maio de 2013


COMO SER UM BOM CHURRASQUEIRO.

Popularíssimo, já que se adapta até mesmo ao gosto dos vegetarianos, o churrasco rola solto do norte ao sul do país, principalmente nos fins de semana e nas férias. Só que não basta salgar e assar a carne para chegar a um resultado saudável e saboroso.
Segundo Ricardo Penna, o Penninha, instrutor do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), consultor e autor de livros sobre o tema (entre eles 'Alquimia do Churrasco'), um churrasco bem feito depende de pelo menos quatro quesitos: corte, marinação, gerenciarnento do braseiro e selagem. Palavra de quem entende do riscado e é apaixonado pela matéria desde a adolescência.



CLÁSSICOS X APOSTAS

Para começo de conversa, é preciso saber quanto e o que comprar entre as ofertas de boi, porco, peixe e frango. O especialista define a quantidade de carnes variadas por pessoa: entre 450g e 650g. Se a opção for por cortes bovinos, um dos mais tradicionais é a picanha, peça que não precisa ser marinada.
A escolha entre o produto fresco ou maturado depende do gosto do freguês, lembrando que a segunda opção tem sabor mais acentuado. "O macete é cortar nacos com dois dedos de largura, sempre em sentido transversal ou perpendicular à fibra, e temperar apenas com sal grosso, pouco antes de assar", diz o especialista. "Quando a carne chegar ao ponto de mal-passada, dê uma sacudida na peça, para tirar o excesso de tempero".SQUEIRO






Outros cortes de boi e carnes suínas necessitam de tempero prévio - Penninha sugere pelo menos 24 horas de antecedência. Para a cabeça de lombo, indica imersão em mistura de vinho tinto seco, shoyo, alho, cebola, pimentão e ervas finas (mix de endro, manjericão tomilho e segurelha). Antes de ser postas para assar, as carnes devem também, ser cortadas em tiras de dois dedos e espessura. "É uma carne muito saborosa, mas pouco explorada no churrasco. Quem a prova tem a grata surpresa de encontrar suculência, já que ela é marmorizada por fios de gordura", caracteriza. Assim como a picanha, a asinha de frango é um clássico da churrasqueira. "O ideal é deixá-la por 24 horas em um molho feito com vinho branco seco, alho, cebola e ervinhas. Uma dica é pré-assar as peças na parte superior da churrasqueira e descer para a grelha mais próxima à brasa apenas momentos antes de servir".
Uma opção é incrementar o prato com queijo parmesão ralado, passando-o dos dois lados das asinhas e levando-as de volta ao calor por um minutinho.
Apesar de ter muito sabor e cair bem para comensais em dieta, poucos se lembram de incluir o peixe no menu. Penninha sugere os pescados de couro, que geralmente têm ossos e não espinhos. Para evitar que a carne se desfaça, o macete é assá-la na grelha e não no espeto. O tempero para um belo filé de surubim leva, além, dos habituais alho, cebola e sal, molho pomodoro, leite de coco e azeite. Dê preferência ao filé (evitando postas) e a cortes retas com um palmo ou 10cm de largura. Outra dica é servir o peixe antes da carne bovina, para não mascarar o seu sabor.

ADEUS AOS VÍCIOS

Uma vez resolvido o corte e o tempero mais adequado, o mestre churrasqueiro lembra a importância de selar a carne. "O processo é bastante simples e garante a suculência da peça. O primeiro passo é deixar ambos os lados de cada pedaço por dois minutos na grelha mais próxima ao braseiro. Depois, é seguir o processo normal de assar", lembra.
Algumas dicas servem para evitar vícios que podem acabar com a festa. Um deles é a mania de controlar o fogo com água e sal. Para Penninha, o bom churrasqueiro "arreda a carne e dribla o fogo". Outro péssimo hábito é acrescentar carvão diretamente sobre o braseiro quando há carne assando. A ação, garante, libera gases prejudiciais à saúde. "O correto é manter um braseiro em formação ao lado do principal. Assim, no momento de alimentar o fogo o carvão já estará aceso."
No mais, o especialista indica a pesquisa e o uso de cortes menos comuns para aumentar a 'expertise' do churrasqueiro, consequentemente, a sua (boa) fama. Do porco, segundo ele, vale a pena experimentar também pernil, toucinho de barriga e costela. Do boi, fraldinha (conhecida como flank steak ou botton nos Estados Unidos) e cabeça do contrafilé preferencialmente de animais com até 18 meses de vida (bife ancho). Do frango, o filé de peito em forma de medalhão (com bacon) ou brochete (com vegetais). Entre os peixes, salmão, dourado e tilápia.



RECEITAS

Cabeça de Lombo

Ingredientes
1 kg de copa -lombo, 25g de tempero para defumado (encontrado em supermercados gourmet), 6g de alho, 50g de vinho tinto suave, 25g de molho shoyu, 15g de cebola, 15g de pimentão e 50ml de água gelada.

Modo de Fazer
Corte as postas de cabeça de lombo com dois dedos de largura. Bata os temperos no liquidificador e misture-os na carne. Ponha a carne temperada em sacos plásticos, retirando o máximo de ar, e deixe marinar por 24 horas. Asse, lembrando -se de selar a carne antes.

Asa de Frango

Ingredientes
1 kg de asa; 25g de tempero padrão; 4g de alho amassado; 5g de ervas finas e 50ml de água gelada.

Modo de Fazer
Limpe as asas. Misture os temperos na água, junte os asas e embale em saco plástico, retirando 00 máximo o ar. Deixe marinar 24 horas. Pré-asse as peças na grelha superior e desça-as para a mais próxima ao braseiro pouco antes de servir, apenas para corar.

Surubim


Ingredientes
1 kg de filé de surubim (ou pescado equivalente); 25g de tempero padrão; 2g de alho; 10g de cebola; 10g de pimentão; 20g de vinho branco seco; 20g de molho shoyu; 20g de vinagre; 40g de extrato de tomate; 50g de azeite e 50ml de água gelada.

Modo de Fazer
Corte os filés em pedaços de um palmo ou 10cm de largura. Bata as temperos no liquidificador e tempere o peixe; Ponha os filés em sacos plásticos, retirando ao máximo o ar, e deixe. marinar 24 horas. Asse e sirva.

Por Laura Valente, com o título de "Popular de Norte a Sul" publicado no 'Estado de Minas' 15 de janeiro de 2012, Suplemento Degusta p. 4. Digitado, ilustrado e adaptado para ser postado por Leopoldo Costa.


http://stravaganzastravaganza.blogspot.com.br/2012/01/churrasqueiro-de-fim-de-semana.html


Sabe como se mede a habilidade de um bom cozinheiro? Pelo sal




Cíntia Bertolino - O Estado de S.Paulo
Sal é o termômetro do prato. Na medida certa, valoriza ingredientes e os transporta para um novo patamar, distinto de seus sabores naturais. Uma pitada a mais, porém, pode arruinar a refeição e desgraçar o cozinheiro.

Salgar é uma técnica que pode ser aprendida ou trata-se de um dom, como sugere o livro de receitas de Dona Canô, mãe de Caetano Veloso e Bethânia? Será que o medo de errar tem despertado uma cautela excessiva nos chefs e inibido o uso?

"É preciso ter intimidade com o sal para saber dosá-lo. A experiência dá isso. Para mim, uma comida sem sal é uma comida sem sabor. E com muito sal fica um horror", diz Edinho Engel, chef do Amado, em Salvador.

Michele Bunemer, professora de gastronomia do Centro Universitário Senac, conta que na faculdade os alunos recebem a orientação de usar sal com parcimônia. "Não é uma medida fácil de acertar. Mesmo cozinheiros experientes erram. Por isso é preciso provar tudo o que se faz. É preferível salgar de menos que demais. O cliente pode acertar o sal na mesa", diz Michele.

O italiano Salvatore Loi, do Fasano, para quem o uso do sal já foi menos preciso, "um arremate de cozinheiro", concorda. "Não há nada pior do que ouvir que sua comida está salgada.Prefiro que o cliente salgue o prato na mesa", diz.

Na panificação e na confeitaria, em que é corrente a necessidade de pesar, medir com precisão os ingredientes, o sal não é exceção. Na primeira, ele funciona até como agente regulador da fermentação e ajuda a dar cor à massa. Sal melhora quase tudo que toca, realçando inclusive o sabor de chocolates e doces.

Mas a precisão absoluta, medida em centésimos de gramas, precisa virar regra na cozinha? O empresário-cozinheiro Maurizio Remmert acredita que sim. "Toda cozinha devia ser uma confeitaria", diz.

Na cozinha cotidiana, ele pode - e deve - ser usado de maneira livre e empírica. Algumas pessoas sabem intuitivamente quanto sal usar. Mas quem não tem o "dom" do sal também pode aprender.



No livro Ad Hoc at Home, o chef americano Thomas Keller, a mente criativa por trás das panelas dos celebrados restaurantes The French Laundry e Per Se, escreveu um capítulo dedicado a quem quiser se tornar um cozinheiro melhor.

O primeiro mandamento diz respeito justamente ao uso do sal. Keller ensina, diligentemente, a salgar a comida, crua ou cozida, do mais alto possível para baixo, para garantir uma distribuição mais homogênea. E acredita que ser um bom salgador é a habilidade mais importante que um cozinheiro pode desenvolver. Também sugere prestar atenção à pitada de sal e tentar calcular mentalmente um peso aproximado. A prática vai ajudar a medir por "olho" ou por "mão".

A segunda recomendação de Keller é a mais básica de todas: experimentar tudo, sempre. Aliás, todos os chefs ouvidos pelo Paladar concordam em que nenhum prato deva sair da cozinha sem que a comida tenha sido provada.

Talvez seja tão difícil acertar o sal - e nesses domínios não espere unanimidade - porque cada pessoa tem uma percepção diferente do que é salgado (leia na pág. 5).



O cloreto de sódio é um condimento primordial, sem o qual não sobrevivemos. Se consumimos muito, adoecemos; se nos privamos dele, também. Cada pessoa carrega no corpo cerca de 250g de sal, o suficiente para encher três ou quatro saleiros. Sal está tão ligado à experiência humana que é possível narrar a história da civilização através dele, como fez Mark Kurlansky em Sal - Uma História do Mundo. No livro, o escritor arrisca um palpite sobre nossa predileção salgada: "A maioria das pessoas come muito mais sal do que precisa, e pode ser que essa vontade - o simples fato de gostarmos do sabor do sal - seja uma defesa natural".

O chef francês Olivier Roellinger, do Les Maisons de Bricourt, perto do mar da Bretanha, tem um entendimento mais filosófico. "Por estar próximo ao mar, em Cancale, primeiro eu respiro o sal. Na minha cidade ele está em toda parte. Quando bate o vento noroeste, ele gruda em nossos rostos e mãos. Talvez seja por isso que uso pouco, com cuidado e intimidade."

COLABORARAM LUCINÉIA NUNES E OLÍVIA FRAGA

http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,sabe-como-se-mede-a-habilidade-de-um-bom-cozinheiro-pelo-sal,499084,0.htm





DEZ REGRAS BA´SICAS APAR SER UM BOM GARÇON


Dez regras básicas para um bom atendimento
09 de janeiro de 2009, 19:10
São dicas para donos de restaurantes, mas servem para donos de e-commerce e desenvolvedores de sistema também. O que desejamos em um restaurante não é muito diferente do que esperamos de um serviço online.
Por Rafael Mantesso
Em uma das últimas edições do Fantástico na TV no fim do ano passado, a neurocientista Suzana Herculano-Houzel ensinou à chamar um garçom. Segundo ela é preciso levantar e balançar fortemente os braços para que um garçom te veja. Ainda bem que ela não é da área, por isso a besteira é permitida.

Faça o seguinte, se for num restaurante que você precise “balançar fortemente os braços” para ser atendido, não volte lá nunca mais.

A função de um bom garçom é ser atento ao menor gesto seu. Ele tem obrigação de saber o quanto é chato ficar com a mão levantada. Para quem acha que é preciso plantar bananeira para chamar um garçom, aqui vão algumas coisas básicas que um restaurante deve seguir:

São pequenos detalhes, fáceis de gerenciar e que podem causar o maior problema se não forem adotados.



1. Pontualidade. Os restaurantes devem abrir e fechar no horário em que dizem que irão fazê-lo. Acontece muito de restaurante que abre as portas sem estar preparado. Você entra e encontra lá dentro garçons sem uniforme, pessoas arrumando mesas e varrendo o salão. Existem também aqueles restaurantes que fecham antes do combinado porque o salão está vazio, deixando o cliente de última hora, que é tão importante quanto qualquer outro, para fora da casa.

2. Limpeza. Um garçom atento não é apenas aquele que atende os clientes com rapidez. Ele não pode deixar uma mesa suja, com papel, palito, água, restos. Ele deve ter atenção para não atrapalhar o cliente que está atendendo, muito menos as mesas ao lado. Spray não funciona, de preferência, deve-se colocar o líquido num pano limpo e depois passar sobre a mesa. Há ainda aquele garçom que abusa do perfume. Estes odores são ofensivos e podem pôr a perder a qualidade da comida. Um garçom deve ser discreto.

3. Mesas e cadeiras. As pessoas não estão dispostas a tentar equilibrar um copo de bebida ou fazer malabarismo pra cortar uma carne enquanto a mesa balança. Todo gerente tem a obrigação de sentar em cada cadeira e mesa do restaurante e certificar-se que estão em ordem. E sem pedaços de papelão ou bolachas de chopp embaixo dos pés dos móveis para acabar com o desnível.

4. O garçom é um vendedor. Quando vamos a uma concessionária comprar um carro temos a impressão que o vendedor é um piloto de fórmula 1. Ele consegue falar com a maior empolgação sobre como são especiais as velas e sistema de embreagem daquele carro. Ele tem obrigação de saber. Uma equipe de garçons deve ser assim. Deve saber exatamente como são preparados os pratos.

A frase ?Vou perguntar ao Chef? é lamentável.

Da mesma maneira quando os clientes perguntam “O que é melhor?” e o garçom responde “tudo é bom”, significa que ele não come no restaurante. Então, por que o cliente deveria fazê-lo?

Os clientes esperam sinceramente por um conselho da equipe que deveria conhecer os pratos e que esta experiência seja passada a eles.

5. Equipe. Garçons, auxiliares e gerentes desatentos podem enterrar uma experiência que poderia ser espetacular. Muitos restaurantes trabalham com “praças”, onde cada garçom é responsável por um determinado número de mesas.

Isto é uma maneira prática de coordenar o atendimento, mas não quer dizer que se o cliente de uma praça chamar o garçom de outra praça ele não deve atendê-lo. Isto é mais comum do que se pensa – garçons que não se preocupam com o atendimento do restaurante ficam presos às suas seis mesas.

6. Restaurante é lugar de trabalho. O que nos incomoda muito é o amadorismo do setor. Não é de se assustar quando vemos o dono de um bar ou restaurante aos berros com algum funcionário na frente de todos. Isso é constrangedor paro funcionário e paro cliente, que não está pagando pela baixaria. É comum também ouvir queixas do garçom sobre o patrão, sobre a empresa. Lembre-se: um cliente não vai ao restaurante para fazer terapia. Faça um teste e pergunte a eles se gostam de trabalhar ali. Esteja disposto, pois eles vão lhe contar todos os seus problemas.



7. Reposição. Quando vamos comer numa churrascaria, não ficamos levantando a mão para pedir carne. A reposição é automática, algumas tão rápidas que parecem querer nos apressar. Quando o restaurante oferece a possibilidade de repor o produto, deve-se estar certo de que esta reposição chegará até a mesa continuamente. É obrigação de todos fazê-la. A proximidade da equipe sempre funciona. É desgastante ter que solicitar reposição toda hora.

8. Site. Está na moda ter site. O dono do restaurante paga uma mixaria para o sobrinho que desenvolve uma logomarca e cria seu site. O conteúdo nunca é atualizado. O cliente entra, vê os pratos, vê os preços e na hora de pedir o prato, ele não existe ou o preço dobrou. Ter um site não é pagar para o sobrinho. É atualizá-lo sempre.

9. Telefone. O cliente não tem que esperar no telefone por informações básicas. Qualquer responsável por atender o telefone deve saber na ponta da língua essas informações. Não oferecer as informações básicas sobre sua casa é mandar o cliente para o concorrente

10. Conta. Você oferece uma comida primorosa, o serviço é espetacular, e aí, tudo vai por água abaixo. Porque a conta demora tanto a ser fechada? É lógico que não se deve apressar os clientes, mas, ao mesmo tempo, o serviço não está completo até o momento em que o cliente deixa o restaurante. Muitas casas parecem imaginar que, uma vez servido o prato principal, sua obrigação acabou. Nada pode estar mais longe da realidade do que isto.

http://webinsider.uol.com.br/2009/01/09/dez-regras-basicas-para-um-bom-atendimento/

.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Dez regras básicas para um bom atendimento


São dicas para donos de restaurantes, mas servem para donos de e-commerce e desenvolvedores de sistema também. O que desejamos em um restaurante não é muito diferente do que esperamos de um serviço online.
Por Rafael Mantesso
Em uma das últimas edições do Fantástico na TV no fim do ano passado, a neurocientista Suzana Herculano-Houzel ensinou à chamar um garçom. Segundo ela é preciso levantar e balançar fortemente os braços para que um garçom te veja. Ainda bem que ela não é da área, por isso a besteira é permitida.

Faça o seguinte, se for num restaurante que você precise “balançar fortemente os braços” para ser atendido, não volte lá nunca mais.

A função de um bom garçom é ser atento ao menor gesto seu. Ele tem obrigação de saber o quanto é chato ficar com a mão levantada. Para quem acha que é preciso plantar bananeira para chamar um garçom, aqui vão algumas coisas básicas que um restaurante deve seguir:

São pequenos detalhes, fáceis de gerenciar e que podem causar o maior problema se não forem adotados.



1. Pontualidade. Os restaurantes devem abrir e fechar no horário em que dizem que irão fazê-lo. Acontece muito de restaurante que abre as portas sem estar preparado. Você entra e encontra lá dentro garçons sem uniforme, pessoas arrumando mesas e varrendo o salão. Existem também aqueles restaurantes que fecham antes do combinado porque o salão está vazio, deixando o cliente de última hora, que é tão importante quanto qualquer outro, para fora da casa.

2. Limpeza. Um garçom atento não é apenas aquele que atende os clientes com rapidez. Ele não pode deixar uma mesa suja, com papel, palito, água, restos. Ele deve ter atenção para não atrapalhar o cliente que está atendendo, muito menos as mesas ao lado. Spray não funciona, de preferência, deve-se colocar o líquido num pano limpo e depois passar sobre a mesa. Há ainda aquele garçom que abusa do perfume. Estes odores são ofensivos e podem pôr a perder a qualidade da comida. Um garçom deve ser discreto.

3. Mesas e cadeiras. As pessoas não estão dispostas a tentar equilibrar um copo de bebida ou fazer malabarismo pra cortar uma carne enquanto a mesa balança. Todo gerente tem a obrigação de sentar em cada cadeira e mesa do restaurante e certificar-se que estão em ordem. E sem pedaços de papelão ou bolachas de chopp embaixo dos pés dos móveis para acabar com o desnível.

4. O garçom é um vendedor. Quando vamos a uma concessionária comprar um carro temos a impressão que o vendedor é um piloto de fórmula 1. Ele consegue falar com a maior empolgação sobre como são especiais as velas e sistema de embreagem daquele carro. Ele tem obrigação de saber. Uma equipe de garçons deve ser assim. Deve saber exatamente como são preparados os pratos.



A frase ?Vou perguntar ao Chef? é lamentável.

Da mesma maneira quando os clientes perguntam “O que é melhor?” e o garçom responde “tudo é bom”, significa que ele não come no restaurante. Então, por que o cliente deveria fazê-lo?

Os clientes esperam sinceramente por um conselho da equipe que deveria conhecer os pratos e que esta experiência seja passada a eles.

5. Equipe. Garçons, auxiliares e gerentes desatentos podem enterrar uma experiência que poderia ser espetacular. Muitos restaurantes trabalham com “praças”, onde cada garçom é responsável por um determinado número de mesas.

Isto é uma maneira prática de coordenar o atendimento, mas não quer dizer que se o cliente de uma praça chamar o garçom de outra praça ele não deve atendê-lo. Isto é mais comum do que se pensa – garçons que não se preocupam com o atendimento do restaurante ficam presos às suas seis mesas.

6. Restaurante é lugar de trabalho. O que nos incomoda muito é o amadorismo do setor. Não é de se assustar quando vemos o dono de um bar ou restaurante aos berros com algum funcionário na frente de todos. Isso é constrangedor paro funcionário e paro cliente, que não está pagando pela baixaria. É comum também ouvir queixas do garçom sobre o patrão, sobre a empresa. Lembre-se: um cliente não vai ao restaurante para fazer terapia. Faça um teste e pergunte a eles se gostam de trabalhar ali. Esteja disposto, pois eles vão lhe contar todos os seus problemas.

7. Reposição. Quando vamos comer numa churrascaria, não ficamos levantando a mão para pedir carne. A reposição é automática, algumas tão rápidas que parecem querer nos apressar. Quando o restaurante oferece a possibilidade de repor o produto, deve-se estar certo de que esta reposição chegará até a mesa continuamente. É obrigação de todos fazê-la. A proximidade da equipe sempre funciona. É desgastante ter que solicitar reposição toda hora.

8. Site. Está na moda ter site. O dono do restaurante paga uma mixaria para o sobrinho que desenvolve uma logomarca e cria seu site. O conteúdo nunca é atualizado. O cliente entra, vê os pratos, vê os preços e na hora de pedir o prato, ele não existe ou o preço dobrou. Ter um site não é pagar para o sobrinho. É atualizá-lo sempre.

9. Telefone. O cliente não tem que esperar no telefone por informações básicas. Qualquer responsável por atender o telefone deve saber na ponta da língua essas informações. Não oferecer as informações básicas sobre sua casa é mandar o cliente para o concorrente

10. Conta. Você oferece uma comida primorosa, o serviço é espetacular, e aí, tudo vai por água abaixo. Porque a conta demora tanto a ser fechada? É lógico que não se deve apressar os clientes, mas, ao mesmo tempo, o serviço não está completo até o momento em que o cliente deixa o restaurante. Muitas casas parecem imaginar que, uma vez servido o prato principal, sua obrigação acabou. Nada pode estar mais longe da realidade do que isto.

sábado, 9 de março de 2013





Livro ensina tudo sobre uísque e indica boas escolhas para happy hour




O uísque (*) é mais do que uma simples bebida. Não serve somente para se refrescar no calor ou esquentar no frio. O destilado é daquelas bebidas prestigiosas, ótimas para serem degustadas com calma, sozinho ou com amigos, e oferecendo ao paladar ricas viagens degustativas.

O lançamento da editora Larousse, "Whisky Classificado", de David Wishart, é uma obra completa e que aborda tudo sobre a bebida, desde fatos e curiosidades sobre as regiões onde são produzidas, a conservação e as características das diferentes marcas.

Divulgação

Obra trata do assunto de maneira simples e prática e desfaz mitos ao longo do caminho
David Wishart conta na introdução do livro que "muitos livros já foram escritos sobre whisky, mas este foi o primeiro a comparar e classificar whiskies single malt por sabor". Este livro trata do assunto de maneira simples e prática e desfaz mitos ao longo do caminho.


"O perfil de sabor foi desenvolvido a partir da análise de mais de mil notas de degustação, uma maneira objetiva de comparar as características distintas e atraentes de sabor dos whiskies". Wishart finaliza, lembrando que "o whisky que você toma hoje foi feito artesanalmente e envelhecido, durante uma década ou mais, por pessoas dedicadas que tiveram a certeza de que o fruto de seu trabalho seria apreciado por muitas gerações".

Slàinte mhath**

* A grafia adotada pela Folha é uísque
**Termo usado como brinde na Escócia e na Irlanda, que significa literalmente 'boa saúde".


*http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/766834-livro-ensina-tudo-sobre-uisque-e-indica-boas-escolhas-para-happy-hour.shtml




Como Fazer Pão de Queijo

Um dos quitutes mais conhecidos pelo Brasil e aprovado pelos brasileiros é o Pão de Queijo tradicional. Não há padaria que não tenha uma super receita de pão de queijo, especial ou que não sirva ao menos um tipo de pão de queijo. Mas como fazer pão de queijo de padaria em casa? Pensando em deixar suas tardes mais saborosas, trouxemos uma receita de pão de queijo simples e rápida. Mas antes, temos um segredo para deixar sua receita mais que especial: já conhece as máquinas para padaria Perfecta? Ainda não? Então, esta é uma boa oportunidade para você realizar um orçamento e começar a produzir produtos com mais qualidade e com todo o sabor que seus clientes merecem!
Agora, vamos para a deliciosa receita de como fazer pão de queijo. Confira! (Vale lembrar que esta receita de pão de queijo tem rendimento de 30 porções).

http://www.perfecta.com.br/blog/como-fazer-pao-de-queijo/


Ingredientes para fazer Pão
de Queijo Tradicional
1/2 copo(s) de óleo de soja Sadia
1 copo(s) de leite
3 unidade(s) de ovo
250 gr de queijo meia-cura
1/2 kg de polvilho doce
1 colher(es) (sobremesa) de sal
Modo de fazer o Pão de Queijo

Primeiramente, para fazer este pão de queijo fácil, coloque o polvilho em uma bacia. Em seguida, despeje o óleo, o sal e o leite para fervura. Instantaneamente ao ponto de ferveção, desligue e então, escalde o polvilho. Com uma colher de pau, mexa bem a massa do pão de queijo. Após este processo, coloque os ovos, um a um, até a massa ir ficando com aspecto malemolente.
Depois disso, vem a etapa manual. Ou seja, passe a amassar a massa do pão de queijo com a mão e aos poucos, vá adicionando o queijo. Continue amassando até ela ficar solta e bem fácil de moldar.
Faça as bolinhas que darão o tamanho do pão de queijo e coloque-as distante umas das outras na assadeira (sem untar). O forno para assar o pão de queijo deve estar preaquecido e continuar constante em fogo médio. Nesta receita de pão de queijo, o tempo necessário para assar é de 30 minutos. O pão de queijo deve ser retirado do forno quando começar a ficar dourado.
Dicas para Fazer Pão de Queijo

Para não achatar, não abra o forno;
Você pode fazer grande quantidade e congelar a massa. Mas nunca deixe em temperatura ambiente;
Se a massa do pão de queijo estiver muito seca, adicione mais leite e óleo até ficar em ponto grudento;
Na hora de servir, você pode cortá-los ao meio e oferecer doce de leite junto com o pão quentinho. Outros recheios como catupiry também são aprovados.
Lembre-se: precisando de forno para restaurante ou maquinas para padaria, a marca líder no segmento é a Perfecta!

Arquivo do blog

Powered By Blogger

Twitter

LIVROS DE RECEITAS DE COKITEIS

  • COKITEIS,CHURRASCOS,ALMOÇOS,JANTARES,DRINKIS,TABUAS DE QUEIJO,CARNES.